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18 de janeiro de 2019

PREÇO DAS CASAS AUMENTA FACE À MÉDIA EUROPEIA

O preço das casas na zona euro e na União Europeia (UE) ​aumentou 4,3% no terceiro trimestre de 2018 face ao período homólogo, com Portugal a registar uma subida de quase o dobro da média (8,5%). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo Eurostat.

Face ao segundo trimestre de 2018, o preço das habitações subiu 1,6% na zona euro e 1,5% na totalidade da UE. Na análise em cadeia, os maiores aumentos foram observados na Holanda (3,3%), em Malta (3,1%) e na Croácia (2,8%), enquanto em Itália (-0,8%), na Roménia (-0,7%), na Finlândia (-0,4%), na Eslováquia (-0,3%) e na Hungria (-0,2%) o indicador recuou.

Em Portugal, o preço das habitações aumentou 8,5% face ao terceiro trimestre de 2017 e 1% na comparação com o período entre Abril e Junho. Na comparação homóloga os preços em Portugal subiram quase o dobro face à média registada no espaço europeu.
PUBLICO 18/01/2019

23 de novembro de 2018

PwC APONTA LISBOA COMO O TOPO DAS PREFRÊNCIAS EM 2019

“A economia portuguesa está a crescer a um ritmo saudável e a sua capital é agora um destino internacional para empresas, investidores e turistas”, diz a PwC no seu estudo Emerging Trends in Real Estate: Europe 2019.

Lisboa está a beneficiar da “fama” que Barcelona tem vindo a perder, levando mesmo vários investidores a mudarem o seu capital da Catalunha para o país vizinho. No mesmo estudo, a PwC inquiriu os entrevistados a pontuar as cidades numa escala de um a cinco, em que um é “muito mau” e cinco é “excelente”.

Ordenando todas as pontuações num ranking, Lisboa volta a estar no topo, com uma média de 4,27 pontos em investimento (à frente de Dublin e Berlim) e 4,19 pontos em desenvolvimento (à frente de Berlim e Frankfurt).

12 de novembro de 2018

LISBOA, A CIDADE MAIS INTERESSANTE PARA INVESTIR

A 16ª edição do estudo anual - “Emerging Trends in Real Estate®: Europe 2019”, publicado pela PwC em conjunto com a ULI - publicada este mês, mostra que Lisboa subiu 10 posições para o topo da lista, tendo em conta as perspetivas gerais do mercado. Os inquiridos para este relatório mencionam a qualidade de vida ou a “liderança positiva” da cidade como base da sua escolha pela capital portuguesa, que é hoje um destino armado para empresas, investidores ou turistas, numa altura em que a economia está a crescer.

Depois de Lisboa, surge na lista das cidades mais atrativas Berlim, seguida por Dublin, Madrid, Frankfurt, Amesterdão, Hamburgo, Helsínquia, Viena e Munique, que encerra o top 10. Deixam a lista Copenhaga, Estocolmo e Luxemburgo.

Responderam a este inquérito um total de 885 prossionais provenientes de 22 países europeus. 68% mostraram-se preocupados com a disponibilidade dos ativos na hora de investir na Europa no decorrer do próximo ano, o que mostra que se mantém a atratividade do imobiliário europeu a nível global, e 30% preveem conseguir retornos inferiores aos deste ano.

A instabilidade política internacional (nomeadamente a efetivação do Brexit) é preocupação para 80% dos inquiridos, mas continuam a mostrar-se conantes em relação aos seus negócios para o próximo ano

12 de setembro de 2018

LICENCIAMENTO EM CONSTRUÇÃO NOVA SOBRE 35,7%

No primeiro semestre deste ano, o licenciamento de novos fogos em construção nova subiu 35,7% em termos homólogos para um total de 9.688 habitações, valor que supera a totalidade de fogos licenciados durante o ano de 2014 (6.785).
Segundo a Síntese Estatística da Habitação agora publicada pela AICCOPN, no primeiro semestre foram emitidas pelas autarquias 7.329 licenças de construção nova e reabilitação de edifícios habitacionais, mais 20,7% que no ano passado. Destaque para a região Norte, onde o número de fogos licenciados aumentou 43,4% até junho. Destes, 66,5% são de tipologia T3 ou superior, 17,7% T2 e 15,8% de tipologias inferiores.
No mesmo período, o novo crédito à habitação concedido subiu 24,9% para 4.770 milhões de euros em termos homólogos acumulados. Mas apesar deste aumento, o stock de crédito à habitação manteve a sua trajetória de redução dos últimos anos, reduzindo-se 1,1% em termos homólogos para 92.800 milhões de euros.
Em junho, o valor médio da avaliação bancária da habitação foi de 1.180 euros por metro quadrado, mais 6,1% em termos homólogos, subida que foi de 6,9% nos apartamentos, para os 1.238 euros, e de 4,1% no caso das moradias, para 1.077 euros.
Nota também para o consumo de cimento em Portugal, que até junho totalizou as 1,38 milhões de toneladas, mais 3,6% face a igual período do ano passado.

VIDAIMOBILIÁRIA

5 de setembro de 2018

PREÇOS DAS CASAS COM PERSPECTIVA DE AUMENTO

Os preços das casas em Portugal deverão subir cerca de 9,5% este ano, segundo estima a agência de rating Standard & Poor’s num recente relatório sobre o mercado imobiliário.
De acordo com este estudo, «a procura doméstica e estrangeira forte, bem como a oferta curta, estão a promover aumentos fortes nos preços das casas em Portugal», destacando o efeito de programas como os “golden visa” ou o Regime de Residentes Não Habituais.
«Esperamos que os preços subam 9,5% este ano, mas projetamos que as pressões vão abrandar com o crescimento económico mais lento, os crescentes custos do endividamento e a deterioração da acessibilidade», cita o Negócios.
Assim, no próximo ano os preços deverão crescer 7%, 6% em 2020 e 5% em 2021, segundo estas previsões.
De recordar que nos primeiros três meses deste ano os preços da habitação subiram 12,2% em Portugal, depois de uma subida de 10,5% em 2017. O preço médio por metro quadrado em Lisboa subiu 20% para 2.581 euros e 23% no Porto para 1.379 euros. Mas a S&P nota que «o mercado no seu conjunto mantémse acessível com rácio do preço face ao rendimento ainda 7% abaixo da sua média de longo prazo».

VIDAIMOBILIÁRIA

16 de abril de 2018

PREÇOS RESIDENCIAIS SOBEM EM PORTUGAL

Portugal registou a segunda maior subida dos preços das casas no último trimestre de 2017, aumentando 10,5% em termos homólogos anuais.
Um valor que mais que duplica os crescimentos médios de 4,5% e de 4,2% para o mesmo período na União Europeia e na Zona Euro, respetivamente, revelam os últimos dados do Eurostat.
O desempenho do mercado português apenas foi superado pela Irlanda, onde no Únal de 2017 os preços das casas aumentaram 11,8% em termos homólogos, tendo sido acompanhado de perto pela Eslovénia, com uma subida de 10%.
Entre os restantes Estados-Membros analisados, só a Itália reportou uma quebra dos preços das casas no último trimestre, de 0,3%; não tendo sido, contudo, reportados os valores da Grácia.

Vida Imobiliária

31 de março de 2018

INVESTIMENTO NA HABITAÇÃO CONSTANTE ATÉ 2020

O Banco de Portugal (BdP) antevê que até 2020 o investimento na habitação irá continuar constante em cerca de 2,8% do PIB.

No seu relatório com as "Projeções para a economia portuguesa: 2018-2020", o BdP revela que o investimento em habitação apresentou um crescimento próximo de 6% em 2017, "reflectindo a manutenção de acesso a financiamento com baixas taxas de juro, a progressiva melhoria do mercado de trabalho, o aumento da taxa de rendibilidade relativamente a outros investimentos de longo prazo, nomeadamente de menor risco, e o aumento da procura por parte de não residentes, permanecendo condicionada pelo elevado nível de endividamento das famílias".

Antecipa ainda que o investimento em habitação continue o processo de recuperação, dada a manutenção dos principais fatores de crescimento.

Mas não atecipa que se mantenha linear. "Deverá, contudo, verificar-se alguma perda de dinamismo, reflectindo a progressiva maturação deste processo. Esta evolução também é esperada para os preços de habitação, ainda que continuem a crescer acima dos preços no consumidor."

30 de março de 2018

LISBOA, UMA DAS MELHORES CIDADES PARA INVESTIR

Lisboa continua entre as 20 melhores cidades europeias para investir em imobiliário, segundo um estudo realizado pela PwC e pelo Land Urban Institute.

A capital desceu quatro posições no ranking: surgiu em 7º lugar no ano passado e aparece agora na 12ª posição. Ainda assim, segue à frente de referências internacionais como Paris (14º lugar), Milão (17º) ou Budapeste (19º).

O estudo, baseado em centenas de pesquisas de bancos, fundos, investidores institucionais e empresas imobiliárias, revela que o setor continuará na mira dos investidores imobiliários, graças às boas perspetivas económicas e políticas, mas também à liquidez de um mercado dominado pelas baixas taxas de juro.

Em termos gerais, a Alemanha arrecada as melhores recomendações (e lugares no ranking). Berlim continua a ser a cidade mais atrativa, à semelhança do ano passado. Ocupa o primeiro lugar da lista, seguida de Copenhaga, Frankfurt, Munique, Madrid e Hamburgo.