O preço de venda das casas em Portugal (Continental) aumentou 14,7% no terceiro trimestre deste ano, face a igual período do ano passado, mostram os números do Índice de Preços da Confidencial Imobiliário.
Esta evolução representa uma ligeira desaceleração face à taxa de variação homóloga registada no trimestre anterior, confirmando a tendência de suavização na valorização registada desde então, quando a subida homóloga dos preços se situou nos 14,8%, menos 1,1% que o pico de 15,9% registado no final do primeiro trimestre deste ano.
A nota é também de suavização no final de setembro a nível trimestral, quando se verificou uma perda de intensidade na subida, com um aumento de 3,2% agora observado 0,7% abaixo dos 3,9% verificados no trimestre anterior.
A Confidencial Imobiliário destaca que apesar deste abrandamento na subida, tanto a subida homóloga como a trimestral estão em linha com os níveis de crescimento que marcam «o forte ciclo de valorização da habitação nos últimos dois anos», durante o qual os preços de venda têm subido quase sempre perto dos 15% em termos homólogos e acima dos 3% na variação trimestral.
Em setembro de 2017 o mercado não tinha ainda recuperado as perdas do período da crise, e em setembro de 2018 os preços já estavam 10,6% acima dos níveis pré-crise de 2007. No final de setembro de 2019, a recuperação atingiu os 26,9%.
VIDA IMOBILIÁRIA
28 de outubro de 2019
7 de outubro de 2019
VALOR DAS RENDAS DOS ALOJAMENTOS FAMILIARES AUMENTAM EM 2019
No primeiro semestre de 2019, o valor mediano das rendas de alojamentos familiares estabelecidas em novos contratos de arrendamento aumentou para 5 euros/m², uma subida de 9,2% face a igual período de 2018.Os números agora divulgados pelo INE mostram que o mercado continua aquecido. E com o aumento dos preços, diminuiu o número de novos contratos em 10,5% para um total de 71.369. A Área Metropolitana de Lisboa concentrou cerca de 1/3 dos novos contratos de arrendamento.
As sub regiões da Área Metropolitana de Lisboa, Madeira, Área Metropolitana do Porto e Algarve registaram as maiores variações homólogas no preço das rendas, de 16%, 12,8%, 12,6% e 12,6%, respetivamente.
Neste semestre, foram 37 os municípios que apresentaram um valor mediano superior ao referencial nacional, mais dois que no semestre anterior, com Lisboa a liderar com uma renda de 11,71 euros/m². Destaque também para Cascais, com 10,23 euros, Oeiras, com 9,75, Porto, com 8,22, Amadora, com 7,69, Odivelas, com 7,33, Almada, com 7,32 ou Matosinhos, com 7,25 euros/m².
No período analisado, Braga, Setúbal, Matosinhos e o Porto foram os concelhos com mais de 100.000 habitantes a apresentar as maiores subidas dos preços das rendas, de 16,4%, 16,3%, 16% e 15,5%, respetivamente.
A rendas mais caras do país estão nas freguesias de Santo António e Misericórdia, em Lisboa, onde se registam valores medianos de 14,12 euros/m² e 14,03 euros/m², respetivamente. Santa Clara e Marvila registaram os valores de renda mais baixos da cidade, com 8,63 euros/m² e 9,96 euros/m².
Por outro lado, Carnide e Avenidas Novas registaram as maiores subidas na capital em termos homólogos, de 20,5% e 20,1%.
No Porto, a União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde registaram o valor mais elevado dos novos contratos de arrendamento, de 9,62 euros/m² e a maior variação homóloga, de 25,3% face a igual semestre do ano passado.
As sub regiões da Área Metropolitana de Lisboa, Madeira, Área Metropolitana do Porto e Algarve registaram as maiores variações homólogas no preço das rendas, de 16%, 12,8%, 12,6% e 12,6%, respetivamente.
Neste semestre, foram 37 os municípios que apresentaram um valor mediano superior ao referencial nacional, mais dois que no semestre anterior, com Lisboa a liderar com uma renda de 11,71 euros/m². Destaque também para Cascais, com 10,23 euros, Oeiras, com 9,75, Porto, com 8,22, Amadora, com 7,69, Odivelas, com 7,33, Almada, com 7,32 ou Matosinhos, com 7,25 euros/m².
No período analisado, Braga, Setúbal, Matosinhos e o Porto foram os concelhos com mais de 100.000 habitantes a apresentar as maiores subidas dos preços das rendas, de 16,4%, 16,3%, 16% e 15,5%, respetivamente.
A rendas mais caras do país estão nas freguesias de Santo António e Misericórdia, em Lisboa, onde se registam valores medianos de 14,12 euros/m² e 14,03 euros/m², respetivamente. Santa Clara e Marvila registaram os valores de renda mais baixos da cidade, com 8,63 euros/m² e 9,96 euros/m².
Por outro lado, Carnide e Avenidas Novas registaram as maiores subidas na capital em termos homólogos, de 20,5% e 20,1%.
No Porto, a União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde registaram o valor mais elevado dos novos contratos de arrendamento, de 9,62 euros/m² e a maior variação homóloga, de 25,3% face a igual semestre do ano passado.
25 de janeiro de 2019
RISCOS PARA OS NEGÓCIOS EM PORTUGAL
Falha dos mecanismos financeiros, falhas de governação do Estado, bolhas de
activos, fenómenos climáticos extremos e choques provocados pelos preços
da energia são os cinco principais riscos que os negócios em Portugal poderão
enfrentar ao longo dos próximos io anos.
A previsão é do Fórum Económico Mundial, com base nas respostas de empresários portugueses, no mais recente relatório "Riscos Regionais dos Negócios", elaborado em parceria com o Grupo Zurich e a Marsh & McLennan Companies.
A previsão é do Fórum Económico Mundial, com base nas respostas de empresários portugueses, no mais recente relatório "Riscos Regionais dos Negócios", elaborado em parceria com o Grupo Zurich e a Marsh & McLennan Companies.
22 de janeiro de 2019
PREÇOS DAS CASAS CONTINUA A AUMENTAR
Os preços das casas na Área Metropolitana de Lisboa cresceram mais de 10% no último ano, tendo abrandado no 3º trimestre de 2018.
Os números constam do Índice de Preços Residenciais para o trimestre da Condencial Imobiliário, que monitoriza 278 concelhos de Portugal Continental, apurando
que, no total do país, o preço de venda das casas registou um crescimento homólogo de 15,6% em setembro.
Em 90 concelhos o crescimento homólogo manteve-se acima dos 10% no trimestre e cerca de 20 apresentaram valorizações superiores à média nacional. Lisboa, Porto e Áreas Metropolitanas continuam a registar as valorizações mais expressivas do conjunto.
De notar que na AM Lisboa os preços subiram entre 10% a 25% nos vários municípios, embora, segundo a Condencial Imobiliário, se note uma tendência de abrandamento do crescimento em Lisboa, Cascais e Oeiras, onde os preços subiram 1 8,6%, 24,9% e 16,7%, respetivamente.
Em todos os outros mercados da região, e fruto da crescente dispersão do investimento na construção de nova habitação para a segunda coroa de Lisboa, as subidas anuais continuam em aceleração, tendo acentuado em 12 dos 15 mercados e estando agora entre os 21,6% (Odivelas) e os 9,7% (Setúbal). Já no curto-prazo, o comportamento dos preços na AM Lisboa exibe uma tendência generalizada de suavização da subida. Com exceção de Sesimbra e Sintra, todos os restantes mercados metropolitanos (incluindo Lisboa) exibiram taxas de variação trimestral abaixo ou em linha com as vericadas no trimestre anterior, com este indicador a situar-se, no 3º trimestre, entre os 0,5% de Cascais e os 7,1% de Sintra.
Na maioria dos concelhos, a subida trimestral está no patamar de 3% a 4%.
Nota ainda para a AM Porto, que regista uma intensicação transversal das subidas homólogas, as quais se posicionam no trimestre entre os 13% e os 29%. O Porto, onde o ritmo de valorização esteve bastante abaixo de Lisboa nos últimos dois anos, chega ao 3º trimestre como o mercado em que os preços mais crescem a nível nacional (28,8%, em termos homólogos), mesmo depois de uma forte aceleração desde 2017, quando a subida anual estava em 11,4%.
Nos restantes mercados da AM Porto, com exceção de Matosinhos onde a subida se mostrou ligeiramente mais contida no 3º trimestre (mas mesmo assim situandose em 18,4%), observou-se uma subida anual em alta face aos patamares atingidos no trimestre anterior, oscilando agora entre os 12,9% de Espinho e os 22,9% de Vila do Conde. Aceleram também os preços na variação trimestral, apesar de alguns mercados já evidenciarem um ligeiro abrandamento do crescimento, nomeadamente Matosinhos. As variações em cadeia mantêm-se fortes em toda a AMP, entre os 9,5% de Vila do Conde e os 3,4% de Matosinhos.
VIDAIMOBILIÁRIA
Em 90 concelhos o crescimento homólogo manteve-se acima dos 10% no trimestre e cerca de 20 apresentaram valorizações superiores à média nacional. Lisboa, Porto e Áreas Metropolitanas continuam a registar as valorizações mais expressivas do conjunto.
De notar que na AM Lisboa os preços subiram entre 10% a 25% nos vários municípios, embora, segundo a Condencial Imobiliário, se note uma tendência de abrandamento do crescimento em Lisboa, Cascais e Oeiras, onde os preços subiram 1 8,6%, 24,9% e 16,7%, respetivamente.
Em todos os outros mercados da região, e fruto da crescente dispersão do investimento na construção de nova habitação para a segunda coroa de Lisboa, as subidas anuais continuam em aceleração, tendo acentuado em 12 dos 15 mercados e estando agora entre os 21,6% (Odivelas) e os 9,7% (Setúbal). Já no curto-prazo, o comportamento dos preços na AM Lisboa exibe uma tendência generalizada de suavização da subida. Com exceção de Sesimbra e Sintra, todos os restantes mercados metropolitanos (incluindo Lisboa) exibiram taxas de variação trimestral abaixo ou em linha com as vericadas no trimestre anterior, com este indicador a situar-se, no 3º trimestre, entre os 0,5% de Cascais e os 7,1% de Sintra.
Na maioria dos concelhos, a subida trimestral está no patamar de 3% a 4%.
Nota ainda para a AM Porto, que regista uma intensicação transversal das subidas homólogas, as quais se posicionam no trimestre entre os 13% e os 29%. O Porto, onde o ritmo de valorização esteve bastante abaixo de Lisboa nos últimos dois anos, chega ao 3º trimestre como o mercado em que os preços mais crescem a nível nacional (28,8%, em termos homólogos), mesmo depois de uma forte aceleração desde 2017, quando a subida anual estava em 11,4%.
Nos restantes mercados da AM Porto, com exceção de Matosinhos onde a subida se mostrou ligeiramente mais contida no 3º trimestre (mas mesmo assim situandose em 18,4%), observou-se uma subida anual em alta face aos patamares atingidos no trimestre anterior, oscilando agora entre os 12,9% de Espinho e os 22,9% de Vila do Conde. Aceleram também os preços na variação trimestral, apesar de alguns mercados já evidenciarem um ligeiro abrandamento do crescimento, nomeadamente Matosinhos. As variações em cadeia mantêm-se fortes em toda a AMP, entre os 9,5% de Vila do Conde e os 3,4% de Matosinhos.
VIDAIMOBILIÁRIA
18 de janeiro de 2019
PREÇO DAS CASAS AUMENTA FACE À MÉDIA EUROPEIA
O preço das casas na zona euro e na União Europeia (UE) aumentou 4,3% no terceiro trimestre de 2018 face ao período homólogo, com Portugal a registar uma subida de quase o dobro da média (8,5%). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo Eurostat.
Face ao segundo trimestre de 2018, o preço das habitações subiu 1,6% na zona euro e 1,5% na totalidade da UE. Na análise em cadeia, os maiores aumentos foram observados na Holanda (3,3%), em Malta (3,1%) e na Croácia (2,8%), enquanto em Itália (-0,8%), na Roménia (-0,7%), na Finlândia (-0,4%), na Eslováquia (-0,3%) e na Hungria (-0,2%) o indicador recuou.
Em Portugal, o preço das habitações aumentou 8,5% face ao terceiro trimestre de 2017 e 1% na comparação com o período entre Abril e Junho. Na comparação homóloga os preços em Portugal subiram quase o dobro face à média registada no espaço europeu.
PUBLICO 18/01/2019
Face ao segundo trimestre de 2018, o preço das habitações subiu 1,6% na zona euro e 1,5% na totalidade da UE. Na análise em cadeia, os maiores aumentos foram observados na Holanda (3,3%), em Malta (3,1%) e na Croácia (2,8%), enquanto em Itália (-0,8%), na Roménia (-0,7%), na Finlândia (-0,4%), na Eslováquia (-0,3%) e na Hungria (-0,2%) o indicador recuou.
Em Portugal, o preço das habitações aumentou 8,5% face ao terceiro trimestre de 2017 e 1% na comparação com o período entre Abril e Junho. Na comparação homóloga os preços em Portugal subiram quase o dobro face à média registada no espaço europeu.
PUBLICO 18/01/2019
18 de dezembro de 2018
APROVADOS BENEFÍCIOS FISCAIS AO ARRENDAMENTO
Foram aprovados no Parlamento novos benefícios fiscais para os senhorios, baseados na duração dos contratos. A taxa de IRS sobre os rendimentos
prediais poderá ser reduzida dos 28% atuais.
A medida inclui-se em 4 projetos de lei do PSD sobre o arrendamento aprovados a 13 de dezembro. Segundo a TSF, a taxa pode ser reduzida nos contratos com duração a partir de 2 anos, passando automaticamente para 14% no caso de um contrato a 10 anos.
O Balcão Nacional do Arrendamento contará também com o apoio da Segurança Social nos casos de maior fragilidade dos inquilinos. Foram também viabilizados os projetos do PSD para isentar de tributação os montantes das indemnizações por denúncias de contratos de arrendamento habitacional de inquilinos com baixo rendimento anual bruto corrigido e para redenir os termos de funcionamento da Comissão Nacional da Habitação.
Nesta sessão plenária agendada pelo PSD foram votados 10 projetos, 4 dos quais aprovados, com os votos a favor do PSD e do CDS-PP, abstenção do PS e do PAN, e com os votos contra do PCP, BE e PEV, baixando assim à comissão parlamentar da habitação.
Ficam de fora propostas para a atribuição de benefícios fiscais para dedução de encargos com imóveis de jovens até 30 anos com contratos de arrendamento, para criação do regime jurídico do seguro de renda, ou para implementação de um Programa de Cooperação entre o Estado e as Autarquias Locais para o aproveitamento do património imobiliário público inativo com vista ao arrendamento.
Chumbaram também as propostas de criação de projetos para a criação do fundo de garantia para o arrendamento, para atribuição de um subsídio de renda para famílias numerosas e monoparentais, e para criação do regime jurídico do arrendamento urbano para efeitos de qualicação, educação e formação.
VIDAIMOBILIÁRIA
A medida inclui-se em 4 projetos de lei do PSD sobre o arrendamento aprovados a 13 de dezembro. Segundo a TSF, a taxa pode ser reduzida nos contratos com duração a partir de 2 anos, passando automaticamente para 14% no caso de um contrato a 10 anos.
O Balcão Nacional do Arrendamento contará também com o apoio da Segurança Social nos casos de maior fragilidade dos inquilinos. Foram também viabilizados os projetos do PSD para isentar de tributação os montantes das indemnizações por denúncias de contratos de arrendamento habitacional de inquilinos com baixo rendimento anual bruto corrigido e para redenir os termos de funcionamento da Comissão Nacional da Habitação.
Nesta sessão plenária agendada pelo PSD foram votados 10 projetos, 4 dos quais aprovados, com os votos a favor do PSD e do CDS-PP, abstenção do PS e do PAN, e com os votos contra do PCP, BE e PEV, baixando assim à comissão parlamentar da habitação.
Ficam de fora propostas para a atribuição de benefícios fiscais para dedução de encargos com imóveis de jovens até 30 anos com contratos de arrendamento, para criação do regime jurídico do seguro de renda, ou para implementação de um Programa de Cooperação entre o Estado e as Autarquias Locais para o aproveitamento do património imobiliário público inativo com vista ao arrendamento.
Chumbaram também as propostas de criação de projetos para a criação do fundo de garantia para o arrendamento, para atribuição de um subsídio de renda para famílias numerosas e monoparentais, e para criação do regime jurídico do arrendamento urbano para efeitos de qualicação, educação e formação.
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23 de novembro de 2018
PwC APONTA LISBOA COMO O TOPO DAS PREFRÊNCIAS EM 2019
“A economia portuguesa está a crescer a um ritmo saudável e a sua capital é agora um destino internacional para empresas, investidores e turistas”, diz a PwC no seu estudo Emerging Trends in Real Estate: Europe 2019.
Lisboa está a beneficiar da “fama” que Barcelona tem vindo a perder, levando mesmo vários investidores a mudarem o seu capital da Catalunha para o país vizinho. No mesmo estudo, a PwC inquiriu os entrevistados a pontuar as cidades numa escala de um a cinco, em que um é “muito mau” e cinco é “excelente”.
Ordenando todas as pontuações num ranking, Lisboa volta a estar no topo, com uma média de 4,27 pontos em investimento (à frente de Dublin e Berlim) e 4,19 pontos em desenvolvimento (à frente de Berlim e Frankfurt).
Lisboa está a beneficiar da “fama” que Barcelona tem vindo a perder, levando mesmo vários investidores a mudarem o seu capital da Catalunha para o país vizinho. No mesmo estudo, a PwC inquiriu os entrevistados a pontuar as cidades numa escala de um a cinco, em que um é “muito mau” e cinco é “excelente”.
Ordenando todas as pontuações num ranking, Lisboa volta a estar no topo, com uma média de 4,27 pontos em investimento (à frente de Dublin e Berlim) e 4,19 pontos em desenvolvimento (à frente de Berlim e Frankfurt).
BALCÃO NACIONAL DO ARRENDAMENTO TEM MENOS PEDIDOS
Todos os meses chegam cerca de 294 pedidos de despejos ao Balcão Nacional de Arrendamento, um número em quebra face ao ano passado e a média mais baixa
desde a sua criação, em 2013.
Entre janeiro e as primeiras duas semanas de novembro, o BNA recebeu 3.807 pedidos de senhorios, que resultaram em 912 ações de despejo de inquilinos. São menos 44 processos por mês.
Segundo os números facultados ao DN pelo Ministério da Justiça, estes números comparam com os 4.051 processos que deram entrada em 2017 e com os 1.678 despejos efetivados.
Inquilinos e proprietários explicam a descida com a entrada em vigor da moratória que veio suspender os despejos até março de 2019, mesmo que as situações que esta contemple não se encontrem necessariamente no âmbito do BNA.
Para Romão Lavadinho, presidente da AIL, a descida pode estar relacionada com o facto de não haver qualquer indício de que a taxa de incumprimento esteja a subir e também de alguns proprietários terem travado os pedidos de despejo por falta de pagamento de rendas por estar ainda em vigor a referida moratória.
Luís Menezes Leitão, presidente da ALP, nota que o Balcão é também usado pelos proprietários que se querem opor à renovação dos contratos, e esta moratória veio travar estas situações, além de considerar que o BNA coloca atualmente «mais entraves» aos processo.
VIDAIMOBILIÁRIA
Entre janeiro e as primeiras duas semanas de novembro, o BNA recebeu 3.807 pedidos de senhorios, que resultaram em 912 ações de despejo de inquilinos. São menos 44 processos por mês.
Segundo os números facultados ao DN pelo Ministério da Justiça, estes números comparam com os 4.051 processos que deram entrada em 2017 e com os 1.678 despejos efetivados.
Inquilinos e proprietários explicam a descida com a entrada em vigor da moratória que veio suspender os despejos até março de 2019, mesmo que as situações que esta contemple não se encontrem necessariamente no âmbito do BNA.
Para Romão Lavadinho, presidente da AIL, a descida pode estar relacionada com o facto de não haver qualquer indício de que a taxa de incumprimento esteja a subir e também de alguns proprietários terem travado os pedidos de despejo por falta de pagamento de rendas por estar ainda em vigor a referida moratória.
Luís Menezes Leitão, presidente da ALP, nota que o Balcão é também usado pelos proprietários que se querem opor à renovação dos contratos, e esta moratória veio travar estas situações, além de considerar que o BNA coloca atualmente «mais entraves» aos processo.
VIDAIMOBILIÁRIA
14 de novembro de 2018
RENDAS EM LISBOA CONTINUAM A SUBIR
No segundo trimestre deste ano, a subida das rendas das casas em Lisboa "face a igual período do ano passado, ficou em 17%, desacelerando face aos 20% de variação homóloga que tinham sido registados no trimestre anterior", segundo o Índice de Rendas Residenciais da Confidencial Imobiliário, hoje divulgado.
A variação trimestral do valor das rendas na capital passou de 7,4% no quarto trimestre de 2017 para 4,6% no primeiro trimestre deste ano, culminando nos 1,8% agora registados, segundo os dados do índice, que indicam que "este abrandamento trimestral está já também a afectar o desempenho das rendas a nível homólogo, cujo crescimento também suavizou, embora mantendo-se bastante intenso".
Oito trimestres a subir a dois dígitos "ainda assim”, sublinha a Confidencial Imobiliário, “este é já o oitavo trimestre consecutivo em que o aumento homólogo das rendas habitacionais em Lisboa se realiza a dois dígitos, com o crescimento mais expressivo de 22% a ser atingido no segundo trimestre de 2017", afirmou a Confidencial Imobiliário.
Neste sentido, os dados do Índice de Rendas Residenciais revelam que "tal percurso de subidas intensivas nos dois últimos anos coloca as rendas em máximos de oito anos, com os níveis agora alcançados a posicionarem-se 38% acima dos observados em 2010 (ano base do índice)", referindo que, ao longo deste período, o nível mais baixo das rendas foi atingido há cinco anos [no segundo trimestre de 2013, penúltimo ano da vigência da troika], "face ao qual o actual momento apresenta já uma recuperação de 71%".
Efeito de contágio para as cidades vizinhas Nos outros concelhos da Grande Lisboa, o valor das rendas das casas cresceu 14%, em termos homólogos, e 3%, em termos trimestrais, no segundo trimestre deste ano, "crescimentos idênticos aos registados no trimestre anterior".
"O contágio do desempenho das rendas na capital à restante região começou a ser visível sobretudo no último ano, com o Índice de Rendas Residenciais a exibir variações homólogas de entre 12% a 14% há cinco trimestres consecutivos", avançou a Confidencial Imobiliário.
Com base neste índice, que acompanha a evolução das rendas residenciais contratadas no país desde 2010, no total de Portugal continental, as rendas residenciais subiram 11,2%, em termos homólogos, "desacelerando (em cerca de 1,8%) face à variação homóloga registada no trimestre anterior".
PUBLICO 14/11/2018
A variação trimestral do valor das rendas na capital passou de 7,4% no quarto trimestre de 2017 para 4,6% no primeiro trimestre deste ano, culminando nos 1,8% agora registados, segundo os dados do índice, que indicam que "este abrandamento trimestral está já também a afectar o desempenho das rendas a nível homólogo, cujo crescimento também suavizou, embora mantendo-se bastante intenso".
Oito trimestres a subir a dois dígitos "ainda assim”, sublinha a Confidencial Imobiliário, “este é já o oitavo trimestre consecutivo em que o aumento homólogo das rendas habitacionais em Lisboa se realiza a dois dígitos, com o crescimento mais expressivo de 22% a ser atingido no segundo trimestre de 2017", afirmou a Confidencial Imobiliário.
Neste sentido, os dados do Índice de Rendas Residenciais revelam que "tal percurso de subidas intensivas nos dois últimos anos coloca as rendas em máximos de oito anos, com os níveis agora alcançados a posicionarem-se 38% acima dos observados em 2010 (ano base do índice)", referindo que, ao longo deste período, o nível mais baixo das rendas foi atingido há cinco anos [no segundo trimestre de 2013, penúltimo ano da vigência da troika], "face ao qual o actual momento apresenta já uma recuperação de 71%".
Efeito de contágio para as cidades vizinhas Nos outros concelhos da Grande Lisboa, o valor das rendas das casas cresceu 14%, em termos homólogos, e 3%, em termos trimestrais, no segundo trimestre deste ano, "crescimentos idênticos aos registados no trimestre anterior".
"O contágio do desempenho das rendas na capital à restante região começou a ser visível sobretudo no último ano, com o Índice de Rendas Residenciais a exibir variações homólogas de entre 12% a 14% há cinco trimestres consecutivos", avançou a Confidencial Imobiliário.
Com base neste índice, que acompanha a evolução das rendas residenciais contratadas no país desde 2010, no total de Portugal continental, as rendas residenciais subiram 11,2%, em termos homólogos, "desacelerando (em cerca de 1,8%) face à variação homóloga registada no trimestre anterior".
PUBLICO 14/11/2018
12 de novembro de 2018
LISBOA, A CIDADE MAIS INTERESSANTE PARA INVESTIR
A 16ª edição do estudo anual - “Emerging Trends in Real Estate®: Europe 2019”,
publicado pela PwC em conjunto com a ULI - publicada este mês, mostra que Lisboa subiu 10 posições para o topo da lista, tendo em conta as perspetivas gerais do mercado.
Os inquiridos para este relatório mencionam a qualidade de vida ou a “liderança positiva” da cidade como base da sua escolha pela capital portuguesa, que é hoje
um destino armado para empresas, investidores ou turistas, numa altura em que a economia está a crescer.
Depois de Lisboa, surge na lista das cidades mais atrativas Berlim, seguida por Dublin, Madrid, Frankfurt, Amesterdão, Hamburgo, Helsínquia, Viena e Munique, que encerra o top 10. Deixam a lista Copenhaga, Estocolmo e Luxemburgo.
Responderam a este inquérito um total de 885 prossionais provenientes de 22 países europeus. 68% mostraram-se preocupados com a disponibilidade dos ativos na hora de investir na Europa no decorrer do próximo ano, o que mostra que se mantém a atratividade do imobiliário europeu a nível global, e 30% preveem conseguir retornos inferiores aos deste ano.
A instabilidade política internacional (nomeadamente a efetivação do Brexit) é preocupação para 80% dos inquiridos, mas continuam a mostrar-se conantes em relação aos seus negócios para o próximo ano
Depois de Lisboa, surge na lista das cidades mais atrativas Berlim, seguida por Dublin, Madrid, Frankfurt, Amesterdão, Hamburgo, Helsínquia, Viena e Munique, que encerra o top 10. Deixam a lista Copenhaga, Estocolmo e Luxemburgo.
Responderam a este inquérito um total de 885 prossionais provenientes de 22 países europeus. 68% mostraram-se preocupados com a disponibilidade dos ativos na hora de investir na Europa no decorrer do próximo ano, o que mostra que se mantém a atratividade do imobiliário europeu a nível global, e 30% preveem conseguir retornos inferiores aos deste ano.
A instabilidade política internacional (nomeadamente a efetivação do Brexit) é preocupação para 80% dos inquiridos, mas continuam a mostrar-se conantes em relação aos seus negócios para o próximo ano
12 de setembro de 2018
LICENCIAMENTO EM CONSTRUÇÃO NOVA SOBRE 35,7%
No primeiro semestre deste ano, o licenciamento de novos fogos em construção nova subiu 35,7% em termos homólogos para um total de 9.688 habitações, valor
que supera a totalidade de fogos licenciados durante o ano de 2014 (6.785).
Segundo a Síntese Estatística da Habitação agora publicada pela AICCOPN, no primeiro semestre foram emitidas pelas autarquias 7.329 licenças de construção nova e reabilitação de edifícios habitacionais, mais 20,7% que no ano passado. Destaque para a região Norte, onde o número de fogos licenciados aumentou 43,4% até junho. Destes, 66,5% são de tipologia T3 ou superior, 17,7% T2 e 15,8% de tipologias inferiores.
No mesmo período, o novo crédito à habitação concedido subiu 24,9% para 4.770 milhões de euros em termos homólogos acumulados. Mas apesar deste aumento, o stock de crédito à habitação manteve a sua trajetória de redução dos últimos anos, reduzindo-se 1,1% em termos homólogos para 92.800 milhões de euros.
Em junho, o valor médio da avaliação bancária da habitação foi de 1.180 euros por metro quadrado, mais 6,1% em termos homólogos, subida que foi de 6,9% nos apartamentos, para os 1.238 euros, e de 4,1% no caso das moradias, para 1.077 euros.
Nota também para o consumo de cimento em Portugal, que até junho totalizou as 1,38 milhões de toneladas, mais 3,6% face a igual período do ano passado.
VIDAIMOBILIÁRIA
Segundo a Síntese Estatística da Habitação agora publicada pela AICCOPN, no primeiro semestre foram emitidas pelas autarquias 7.329 licenças de construção nova e reabilitação de edifícios habitacionais, mais 20,7% que no ano passado. Destaque para a região Norte, onde o número de fogos licenciados aumentou 43,4% até junho. Destes, 66,5% são de tipologia T3 ou superior, 17,7% T2 e 15,8% de tipologias inferiores.
No mesmo período, o novo crédito à habitação concedido subiu 24,9% para 4.770 milhões de euros em termos homólogos acumulados. Mas apesar deste aumento, o stock de crédito à habitação manteve a sua trajetória de redução dos últimos anos, reduzindo-se 1,1% em termos homólogos para 92.800 milhões de euros.
Em junho, o valor médio da avaliação bancária da habitação foi de 1.180 euros por metro quadrado, mais 6,1% em termos homólogos, subida que foi de 6,9% nos apartamentos, para os 1.238 euros, e de 4,1% no caso das moradias, para 1.077 euros.
Nota também para o consumo de cimento em Portugal, que até junho totalizou as 1,38 milhões de toneladas, mais 3,6% face a igual período do ano passado.
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5 de setembro de 2018
PREÇOS DAS CASAS COM PERSPECTIVA DE AUMENTO
Os preços das casas em Portugal deverão subir cerca de 9,5% este ano, segundo estima a agência de rating Standard & Poor’s num recente relatório sobre o
mercado imobiliário.
De acordo com este estudo, «a procura doméstica e estrangeira forte, bem como a oferta curta, estão a promover aumentos fortes nos preços das casas em Portugal», destacando o efeito de programas como os “golden visa” ou o Regime de Residentes Não Habituais.
«Esperamos que os preços subam 9,5% este ano, mas projetamos que as pressões vão abrandar com o crescimento económico mais lento, os crescentes custos do endividamento e a deterioração da acessibilidade», cita o Negócios.
Assim, no próximo ano os preços deverão crescer 7%, 6% em 2020 e 5% em 2021, segundo estas previsões.
De recordar que nos primeiros três meses deste ano os preços da habitação subiram 12,2% em Portugal, depois de uma subida de 10,5% em 2017. O preço médio por metro quadrado em Lisboa subiu 20% para 2.581 euros e 23% no Porto para 1.379 euros. Mas a S&P nota que «o mercado no seu conjunto mantémse acessível com rácio do preço face ao rendimento ainda 7% abaixo da sua média de longo prazo».
VIDAIMOBILIÁRIA
De acordo com este estudo, «a procura doméstica e estrangeira forte, bem como a oferta curta, estão a promover aumentos fortes nos preços das casas em Portugal», destacando o efeito de programas como os “golden visa” ou o Regime de Residentes Não Habituais.
«Esperamos que os preços subam 9,5% este ano, mas projetamos que as pressões vão abrandar com o crescimento económico mais lento, os crescentes custos do endividamento e a deterioração da acessibilidade», cita o Negócios.
Assim, no próximo ano os preços deverão crescer 7%, 6% em 2020 e 5% em 2021, segundo estas previsões.
De recordar que nos primeiros três meses deste ano os preços da habitação subiram 12,2% em Portugal, depois de uma subida de 10,5% em 2017. O preço médio por metro quadrado em Lisboa subiu 20% para 2.581 euros e 23% no Porto para 1.379 euros. Mas a S&P nota que «o mercado no seu conjunto mantémse acessível com rácio do preço face ao rendimento ainda 7% abaixo da sua média de longo prazo».
VIDAIMOBILIÁRIA
3 de setembro de 2018
O PREÇO DAS CASAS VAI CONTINUAR A AUMENTAR
Os preços das casas em Portugal vão subir 9,5% em 2018, antecipa a agência de rating Standard & Poor’s (S&P), numa ligeira desaceleração em relação ao aumento de 10,5% do ano passado. A previsão consta de um relatório em que a agência de rating atualiza as estimativas para vários mercados imobiliários na Europa, onde, de um modo geral, os preços estão a ter uma “aterragem suave”.
Se em Espanha, por exemplo, a subida dos preços das casas não irá além dos 5,6%, contra o pico de 7,3% no ano passado, em Portugal os preços vão continuar a subir a uma taxa acima da média dos países analisados pela S&P. Depois de 9,5% em 2018, os preços em Portugal voltarão a subir em 2019 (7%), em 2020 (6%) e em 2021 (5%). Esta é a previsão da S&P, que fala numa “forte procura interna e por estrangeiros”, bem como uma “oferta escassa”.
Antecipamos que os preços vão crescer 9,5% este ano, mas prevemos que a pressão sobre o preço abrande gradualmente” a partir daí, porque se prevê que o custo do crédito aumente e porque a subida dos preços torna mais negócios proibitivos”.
A S&P nota que a principal subida dos preços acontece nas cidades de Lisboa e Porto, com crescimentos na ordem dos 20% no ano passado. “Porém, o mercado visto como um todo continua com preços acessíveis, com um rácio de preços-rendimentos ainda 7% abaixo da média de longo prazo”. Por outro lado, ainda que as novas construções estejam a aumentar, “o número de novas casas a entrar no mercado não é mais do que uma fração do número de antes da crise”, acrescenta a S&P.
Olhando para o futuro, a S&P antecipa que “o mercado imobiliário em Portugal vai continuar dinâmico nos próximos anos, apoiado pelo aumento do emprego e dos rendimentos, bem como pela procura por estrangeiros”. A agência acredita que “o fosso entre a oferta e a procura vai manter-se nos próximos anos, suportando o aumento dos preços”.
Em alguns países europeus, como a Bélgica e França, os preços já irão subir a taxas bem menores (3,4% e 2,7%, respetivamente), num reflexo de fatores como a subida que já existiu nesses mercados e a antecipação de que a política monetária não continuará a ser tão expansionista como até agora. Ainda assim, quando se fala em taxas de juro e política monetária, a S&P afirma que “as condições monetárias na zona euro, Suíça e Reino Unido vão manter-se globalmente favoráveis para quem quer comprar casa, com as taxas de juro a subir apenas gradualmente nos próximos anos, partindo de níveis muito baixos”.
Só na Irlanda irá haver um crescimento dos preços comparável a Portugal: 9,5% este ano e 8% no próximo, num período que na Irlanda será marcado por uma recuperação da oferta imobiliária em comparação com a procura, ao mesmo tempo que o mercado de trabalho se torna cada vez mais “apertado”, ou seja, com taxa de desemprego cada vez menor.
OBSERVADOR
Se em Espanha, por exemplo, a subida dos preços das casas não irá além dos 5,6%, contra o pico de 7,3% no ano passado, em Portugal os preços vão continuar a subir a uma taxa acima da média dos países analisados pela S&P. Depois de 9,5% em 2018, os preços em Portugal voltarão a subir em 2019 (7%), em 2020 (6%) e em 2021 (5%). Esta é a previsão da S&P, que fala numa “forte procura interna e por estrangeiros”, bem como uma “oferta escassa”.
Antecipamos que os preços vão crescer 9,5% este ano, mas prevemos que a pressão sobre o preço abrande gradualmente” a partir daí, porque se prevê que o custo do crédito aumente e porque a subida dos preços torna mais negócios proibitivos”.
A S&P nota que a principal subida dos preços acontece nas cidades de Lisboa e Porto, com crescimentos na ordem dos 20% no ano passado. “Porém, o mercado visto como um todo continua com preços acessíveis, com um rácio de preços-rendimentos ainda 7% abaixo da média de longo prazo”. Por outro lado, ainda que as novas construções estejam a aumentar, “o número de novas casas a entrar no mercado não é mais do que uma fração do número de antes da crise”, acrescenta a S&P.
Olhando para o futuro, a S&P antecipa que “o mercado imobiliário em Portugal vai continuar dinâmico nos próximos anos, apoiado pelo aumento do emprego e dos rendimentos, bem como pela procura por estrangeiros”. A agência acredita que “o fosso entre a oferta e a procura vai manter-se nos próximos anos, suportando o aumento dos preços”.
Em alguns países europeus, como a Bélgica e França, os preços já irão subir a taxas bem menores (3,4% e 2,7%, respetivamente), num reflexo de fatores como a subida que já existiu nesses mercados e a antecipação de que a política monetária não continuará a ser tão expansionista como até agora. Ainda assim, quando se fala em taxas de juro e política monetária, a S&P afirma que “as condições monetárias na zona euro, Suíça e Reino Unido vão manter-se globalmente favoráveis para quem quer comprar casa, com as taxas de juro a subir apenas gradualmente nos próximos anos, partindo de níveis muito baixos”.
Só na Irlanda irá haver um crescimento dos preços comparável a Portugal: 9,5% este ano e 8% no próximo, num período que na Irlanda será marcado por uma recuperação da oferta imobiliária em comparação com a procura, ao mesmo tempo que o mercado de trabalho se torna cada vez mais “apertado”, ou seja, com taxa de desemprego cada vez menor.
OBSERVADOR
25 de julho de 2018
FMI ALERTA PARA A SITUAÇÃO DO IMOBILIÁRIO EM PORTUGAL
A subida dos preços do imobiliário em Portugal já faz soar os alertas do Fundo Monetário Internacional.
Para o FMI, o mercado imobiliário português é, atualmente, perigoso para o sistema financeiro e para a economia nacional e europeia. O aviso é feito
no mais recente relatório sobre a Zona Euro, e acontece depois de, em fevereiro passado, ter alertado para a evolução dos preços da habitação no
nosso país.
Lê-se no relatório em causa que «as vulnerabilidades fianceiras podem estar a emergir. Há sítios — como por exemplo Luxemburgo, algumas cidades alemãs e outras zonas em Portugal e na Holanda –, onde os desajustes entre a procura e a oferta estão a impulsionar uma forte valorização dos preços dos imóveis residenciais e comerciais», cita o Idealista.
O FMI teme que uma correção no preço das casas possa colocar a estabilidade do sistema financeiro, e limitar o crescimento das economias em causa. Tem vindo a alertar para a necessidade de monitorização deste mercado, tendo em conta que o crédito à habitação tem um peso significativo no total dos empréstimos concedidos pela banca.
VIDAIMOBILÁRIA
Lê-se no relatório em causa que «as vulnerabilidades fianceiras podem estar a emergir. Há sítios — como por exemplo Luxemburgo, algumas cidades alemãs e outras zonas em Portugal e na Holanda –, onde os desajustes entre a procura e a oferta estão a impulsionar uma forte valorização dos preços dos imóveis residenciais e comerciais», cita o Idealista.
O FMI teme que uma correção no preço das casas possa colocar a estabilidade do sistema financeiro, e limitar o crescimento das economias em causa. Tem vindo a alertar para a necessidade de monitorização deste mercado, tendo em conta que o crédito à habitação tem um peso significativo no total dos empréstimos concedidos pela banca.
VIDAIMOBILÁRIA
18 de julho de 2018
NÚMERO DE EDIFÍCIOS LICENCIADOS CRESCE
Em 2017, o número de edifícios licenciados em Portugal cresceu 9,9% face ao ano anterior, depois de uma subida de 11,4% em 2016, num total de 18.600
edifícios. No total, foram concluídos 14.100 edifícios, mais 9,7% que no ano anterior.
Em 2017, as obras licenciadas para reabilitação de edifícios decresceram 0,6%, reduzindo o seu peso no total de 27,4% para 24,8%.
No ano passado existiam em Portugal cerca de 3,6 milhões de edifícios de habitação familiar clássica e 5,9 milhões de alojamentos familiares clássicos, mais 0,19% e 0,16%, respetivamente, face ao ano anterior.
Em 2017, as obras licenciadas para reabilitação de edifícios decresceram 0,6%, reduzindo o seu peso no total de 27,4% para 24,8%.
No ano passado existiam em Portugal cerca de 3,6 milhões de edifícios de habitação familiar clássica e 5,9 milhões de alojamentos familiares clássicos, mais 0,19% e 0,16%, respetivamente, face ao ano anterior.
10 de julho de 2018
PREÇOS DA HABITAÇÃO CRESCEM NA U.E.
Os preços da habitação na União Europeia cresceram 4,7% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado, com Portugal a apresentar a quarta maior subida entre os países analisados pelo Eurostat: 12,2%.
A subida registada em Portugal confirma a tendência de aceleração dos preços das casas no mercado nacional: no segundo trimestre de 2017 a subida em termos homólogos era de 8%, no terceiro trimestre passou para 10,4%, no quarto trimestre alcançou 10,5% e nos primeiros três meses de 2018 chegou aos referidos 12,2%.
Os Estados-membros com os maiores aumentos de preços da habitação face ao ano passado foram a Letónia (13,7%), Eslovénia (13,4%) e Irlanda (12,3%), informou o Eurostat.
Também na comparação direta com o trimestre anterior Portugal apresenta a quarta maior subida, com um aumento dos preços de 3,7%, apenas atrás da Letónia (7,5%), Hungria e Eslovénia (ambos com subidas de 4,4%).
No seu conjunto a União Europeia apresentou no primeiro trimestre deste ano, e em comparação com o quarto trimestre de 2017, uma subida de 0,7% nos preços das casas. Na Zona Euro, o índice de preços do Eurostat teve um crescimento de 4,5% em termos homólogos e um avanço de 0,6% face ao trimestre anterior.
EXPRESSO
A subida registada em Portugal confirma a tendência de aceleração dos preços das casas no mercado nacional: no segundo trimestre de 2017 a subida em termos homólogos era de 8%, no terceiro trimestre passou para 10,4%, no quarto trimestre alcançou 10,5% e nos primeiros três meses de 2018 chegou aos referidos 12,2%.
Os Estados-membros com os maiores aumentos de preços da habitação face ao ano passado foram a Letónia (13,7%), Eslovénia (13,4%) e Irlanda (12,3%), informou o Eurostat.
Também na comparação direta com o trimestre anterior Portugal apresenta a quarta maior subida, com um aumento dos preços de 3,7%, apenas atrás da Letónia (7,5%), Hungria e Eslovénia (ambos com subidas de 4,4%).
No seu conjunto a União Europeia apresentou no primeiro trimestre deste ano, e em comparação com o quarto trimestre de 2017, uma subida de 0,7% nos preços das casas. Na Zona Euro, o índice de preços do Eurostat teve um crescimento de 4,5% em termos homólogos e um avanço de 0,6% face ao trimestre anterior.
EXPRESSO
4 de julho de 2018
LICENCIAMENTOS PARA HABITAÇÃO CRESCEM
Nos primeiros três meses deste ano, as autarquias emitiram um total de 3.400 licenças de construção nova e reabilitação de edifícios habitacionais, um aumento de 10%
face a igual período do ano passado.
Nota para a construção de novos fogos, cujos licenciamentos cresceram 21,1% em termos homólogos, num total de 4.203 habitações novas licenciadas.
De acordo com a Síntese Estatística da Habitação, publicada pela AICCOPN, no mesmo período o consumo de cimento em Portugal totalizou as 645.000 toneladas, menos 1,1% face a igual período do ano passado.
Já o stock de crédito concedido pela banca às empresas da construção e imobiliário registou uma quebra de 5,4%. Por outro lado, o stock de crédito à habitação concedido pelas instituições Financeiras a particulares reduziu-se em 1,3% em termos homólogos, num total de 92.940 milhões de euros.
Já o novo crédito concedido para compra de casa cresceu 21,2% face ao 1º trimestre de 2017.
Os números verificam-se num período em que o valor médio de avaliação bancária na habitação cresceu 5,4% em março em termos homólogos, fixando-se nos 1.167 euros por metro quadrado, valor que chegou aos 1.218 euros por metro quadrado no caso dos apartamentos.
VIDAIMOBILIÁRIA
Nota para a construção de novos fogos, cujos licenciamentos cresceram 21,1% em termos homólogos, num total de 4.203 habitações novas licenciadas.
De acordo com a Síntese Estatística da Habitação, publicada pela AICCOPN, no mesmo período o consumo de cimento em Portugal totalizou as 645.000 toneladas, menos 1,1% face a igual período do ano passado.
Já o stock de crédito concedido pela banca às empresas da construção e imobiliário registou uma quebra de 5,4%. Por outro lado, o stock de crédito à habitação concedido pelas instituições Financeiras a particulares reduziu-se em 1,3% em termos homólogos, num total de 92.940 milhões de euros.
Já o novo crédito concedido para compra de casa cresceu 21,2% face ao 1º trimestre de 2017.
Os números verificam-se num período em que o valor médio de avaliação bancária na habitação cresceu 5,4% em março em termos homólogos, fixando-se nos 1.167 euros por metro quadrado, valor que chegou aos 1.218 euros por metro quadrado no caso dos apartamentos.
VIDAIMOBILIÁRIA
3 de julho de 2018
REABILITAÇÃO URBANA CONTINUA A CRESCER
Em abril último, a atividade em reabilitação urbana cresceu 46,4%, em termos homólogos, e 3,2% face ao mês anterior. Em termos médios, nos primeiros 4 meses do ano, este
índice aumentou 39,5%, em termos homólogos.
O arranque do ano revela «um crescimento expressivo e sustentado» da reabilitação urbana, com o aumento da atividade, da carteira de encomendas e da produção contratada.
De acordo com o Barómetro da Reabilitação Urbana da AICCOPN, o índice da Carteira de Encomendas, que mede a evolução da opinião dos empresários relativamente ao volume de obras em carteira, registou um acréscimo de 52,4%, em termos homólogos, e de 7,5% face ao mês anterior.
A produção contratada, ou seja, o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, subiu 16,9%, face ao observado no mesmo mês do ano anterior, fixando-se nos 8 meses.
VidaImobiliária
O arranque do ano revela «um crescimento expressivo e sustentado» da reabilitação urbana, com o aumento da atividade, da carteira de encomendas e da produção contratada.
De acordo com o Barómetro da Reabilitação Urbana da AICCOPN, o índice da Carteira de Encomendas, que mede a evolução da opinião dos empresários relativamente ao volume de obras em carteira, registou um acréscimo de 52,4%, em termos homólogos, e de 7,5% face ao mês anterior.
A produção contratada, ou seja, o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, subiu 16,9%, face ao observado no mesmo mês do ano anterior, fixando-se nos 8 meses.
VidaImobiliária
4 de junho de 2018
COMPENSA COMPRAR UMA CASA PARA ARRENDAR?
Comprar casa é cada vez mais caro, mas pode também ser um investimento de retorno elevado. Em Portugal, comprar um imóvel para colocá-lo no mercado de arrendamento dá uma rentabilidade média superior a 5%. Mas os níveis de rentabilidade podem ser superiores em algumas zonas do país, onde comprar uma habitação é muito mais barato do que no resto do país, mas onde, ao mesmo tempo, as rendas praticadas não ficam assim tão distantes dos valores cobrados a nível nacional.
Os cálculos são feitos com base nos valores medianos do preço por metro quadrado de compra e arrendamento de casa, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Os dados mostram que há 13 capitais de distrito onde comprar casa sai mais barato do que no resto país, tendo em conta um preço mediano de 932 euros por metro quadrado, a nível nacional. Por outro lado, há 12 capitais de distrito onde as rendas praticadas ficam abaixo da mediana nacional, de 4,39 euros por metro quadrado.
É o rácio destes dois valores — o preço anual da renda por metro quadrado e o preço da compra por metro quadrado — que resulta na rentabilidade bruta deste investimento, isto é, quanto pode render o arrendamento de uma casa, sem contar com os custos associados, como o crédito à habitação, os impostos ou o condomínio. Em média, em Portugal, comprar para arrendar dá uma rentabilidade de 5,74%, considerando os valores medianos de compra e de renda em cada capital de distrito do país.
Mas há sete cidades onde os níveis são superiores a esse: Braga, Porto, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal e Beja, a cidade onde mais compensa fazer este investimento, com uma rentabilidade de 7%.
Pelo contrário, há outras 13 cidades onde a rentabilidade fica abaixo da média nacional: Viana do Castelo, Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Portalegre, Évora, Faro, Ponta Delgada, Funchal e Lisboa. A capital a cidade mais cara do país quer para comprar, quer para arrendar, e onde, de longe, menos compensa fazer este investimento, com uma rentabilidade de 4,74%.
Comprar para arrendar: onde rende mais?
Há, contudo, alguns fatores a ter em conta antes de escolher a cidade onde fazer este investimento. Desde logo, estas taxas de rentabilidade, para além de levarem em conta um valor mediano (o que significa que poderão ser praticadas rendas superiores, mas também rendas inferiores), assumem uma taxa de ocupação de 100%. Ou seja, para que se consiga uma rentabilidade de 7% por ano em Beja, é preciso que a casa esteja ocupada durante o ano inteiro, o que não é tão certo como será, por exemplo, em Lisboa. Em 2016, mais de 27% da população residente em Portugal vivia na Área Metropolitana de Lisboa, ao mesmo tempo que só perto de 7% vivia no Alentejo.
Por outro lado, há que considerar quanto tempo é necessário receber rendas para pagar o valor total da casa. O valor mediano das rendas cobradas em Portugal chega para pagar o valor total da casa ao final de quase 18 anos. Significa isso que, ao fim desse período, o que um senhorio receber em rendas é lucro (ao qual ainda se descontam impostos e outros custos).
Mais uma vez, há cidades onde mais rapidamente se paga uma casa através das rendas recebidas: em Braga, Santarém, Setúbal e Beja só são precisos 15 anos ou menos para receber em rendas o valor total de uma casa com 100 metros quadrados. Já em Viseu, Coimbra, Lisboa, Faro e Funchal são precisos mais de 19 anos.
ECO
Os cálculos são feitos com base nos valores medianos do preço por metro quadrado de compra e arrendamento de casa, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Os dados mostram que há 13 capitais de distrito onde comprar casa sai mais barato do que no resto país, tendo em conta um preço mediano de 932 euros por metro quadrado, a nível nacional. Por outro lado, há 12 capitais de distrito onde as rendas praticadas ficam abaixo da mediana nacional, de 4,39 euros por metro quadrado.
É o rácio destes dois valores — o preço anual da renda por metro quadrado e o preço da compra por metro quadrado — que resulta na rentabilidade bruta deste investimento, isto é, quanto pode render o arrendamento de uma casa, sem contar com os custos associados, como o crédito à habitação, os impostos ou o condomínio. Em média, em Portugal, comprar para arrendar dá uma rentabilidade de 5,74%, considerando os valores medianos de compra e de renda em cada capital de distrito do país.
Mas há sete cidades onde os níveis são superiores a esse: Braga, Porto, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal e Beja, a cidade onde mais compensa fazer este investimento, com uma rentabilidade de 7%.
Pelo contrário, há outras 13 cidades onde a rentabilidade fica abaixo da média nacional: Viana do Castelo, Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Portalegre, Évora, Faro, Ponta Delgada, Funchal e Lisboa. A capital a cidade mais cara do país quer para comprar, quer para arrendar, e onde, de longe, menos compensa fazer este investimento, com uma rentabilidade de 4,74%.
Comprar para arrendar: onde rende mais?
Há, contudo, alguns fatores a ter em conta antes de escolher a cidade onde fazer este investimento. Desde logo, estas taxas de rentabilidade, para além de levarem em conta um valor mediano (o que significa que poderão ser praticadas rendas superiores, mas também rendas inferiores), assumem uma taxa de ocupação de 100%. Ou seja, para que se consiga uma rentabilidade de 7% por ano em Beja, é preciso que a casa esteja ocupada durante o ano inteiro, o que não é tão certo como será, por exemplo, em Lisboa. Em 2016, mais de 27% da população residente em Portugal vivia na Área Metropolitana de Lisboa, ao mesmo tempo que só perto de 7% vivia no Alentejo.
Por outro lado, há que considerar quanto tempo é necessário receber rendas para pagar o valor total da casa. O valor mediano das rendas cobradas em Portugal chega para pagar o valor total da casa ao final de quase 18 anos. Significa isso que, ao fim desse período, o que um senhorio receber em rendas é lucro (ao qual ainda se descontam impostos e outros custos).
Mais uma vez, há cidades onde mais rapidamente se paga uma casa através das rendas recebidas: em Braga, Santarém, Setúbal e Beja só são precisos 15 anos ou menos para receber em rendas o valor total de uma casa com 100 metros quadrados. Já em Viseu, Coimbra, Lisboa, Faro e Funchal são precisos mais de 19 anos.
ECO
3 de maio de 2018
VALOR MÉDIO DA HABITAÇÃO CRESCE, MAS NÃO EM LISBOA
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o valor médio de avaliação bancária manteve a sua tendência de crescimento em março, aumentando 7 euros face a fevereiro,fixando-se nos 1.167 euros/m² para o
total do país.
A subida foi de 8 euros no caso das moradias, para os 1.077 euros/m², e de 5 euros no caso dos apartamentos, para os 1.218 euros/m².
As maiores subidas registaram-se nos Açores e no Norte, com subidas de 2,5% e 1%, respetivamente.
A Área Metropolitana de Lisboa, o Alentejo e a Madeira registaram descidas mensais de 0,1%, 0,8% e 0,2%, respetivamente. Ainda assim, a Área Metropolitana de Lisboa, a Madeira, e também o Algarve registaram valores de avaliação superiores à média nacional, 22%, 25% e 9% acima do registado para o total do país.
Face a março de 2017, a avaliação bancária de apartamentos e moradias cresceu 5,5% e 5%, respetivamente, sendo que a maior taxa de variação homóloga se verifcou no Norte (7,8%) e a menor no Alentejo (2,5%).
A subida foi de 8 euros no caso das moradias, para os 1.077 euros/m², e de 5 euros no caso dos apartamentos, para os 1.218 euros/m².
As maiores subidas registaram-se nos Açores e no Norte, com subidas de 2,5% e 1%, respetivamente.
A Área Metropolitana de Lisboa, o Alentejo e a Madeira registaram descidas mensais de 0,1%, 0,8% e 0,2%, respetivamente. Ainda assim, a Área Metropolitana de Lisboa, a Madeira, e também o Algarve registaram valores de avaliação superiores à média nacional, 22%, 25% e 9% acima do registado para o total do país.
Face a março de 2017, a avaliação bancária de apartamentos e moradias cresceu 5,5% e 5%, respetivamente, sendo que a maior taxa de variação homóloga se verifcou no Norte (7,8%) e a menor no Alentejo (2,5%).
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