O preço de venda das casas em Portugal (Continental) aumentou 14,7% no terceiro trimestre deste ano, face a igual período do ano passado, mostram os números do Índice de Preços da Confidencial Imobiliário.
Esta evolução representa uma ligeira desaceleração face à taxa de variação homóloga registada no trimestre anterior, confirmando a tendência de suavização na valorização registada desde então, quando a subida homóloga dos preços se situou nos 14,8%, menos 1,1% que o pico de 15,9% registado no final do primeiro trimestre deste ano.
A nota é também de suavização no final de setembro a nível trimestral, quando se verificou uma perda de intensidade na subida, com um aumento de 3,2% agora observado 0,7% abaixo dos 3,9% verificados no trimestre anterior.
A Confidencial Imobiliário destaca que apesar deste abrandamento na subida, tanto a subida homóloga como a trimestral estão em linha com os níveis de crescimento que marcam «o forte ciclo de valorização da habitação nos últimos dois anos», durante o qual os preços de venda têm subido quase sempre perto dos 15% em termos homólogos e acima dos 3% na variação trimestral.
Em setembro de 2017 o mercado não tinha ainda recuperado as perdas do período da crise, e em setembro de 2018 os preços já estavam 10,6% acima dos níveis pré-crise de 2007. No final de setembro de 2019, a recuperação atingiu os 26,9%.
VIDA IMOBILIÁRIA
PORTUGAL IMOBILIÁRIO
28 de outubro de 2019
7 de outubro de 2019
VALOR DAS RENDAS DOS ALOJAMENTOS FAMILIARES AUMENTAM EM 2019
No primeiro semestre de 2019, o valor mediano das rendas de alojamentos familiares estabelecidas em novos contratos de arrendamento aumentou para 5 euros/m², uma subida de 9,2% face a igual período de 2018.Os números agora divulgados pelo INE mostram que o mercado continua aquecido. E com o aumento dos preços, diminuiu o número de novos contratos em 10,5% para um total de 71.369. A Área Metropolitana de Lisboa concentrou cerca de 1/3 dos novos contratos de arrendamento.
As sub regiões da Área Metropolitana de Lisboa, Madeira, Área Metropolitana do Porto e Algarve registaram as maiores variações homólogas no preço das rendas, de 16%, 12,8%, 12,6% e 12,6%, respetivamente.
Neste semestre, foram 37 os municípios que apresentaram um valor mediano superior ao referencial nacional, mais dois que no semestre anterior, com Lisboa a liderar com uma renda de 11,71 euros/m². Destaque também para Cascais, com 10,23 euros, Oeiras, com 9,75, Porto, com 8,22, Amadora, com 7,69, Odivelas, com 7,33, Almada, com 7,32 ou Matosinhos, com 7,25 euros/m².
No período analisado, Braga, Setúbal, Matosinhos e o Porto foram os concelhos com mais de 100.000 habitantes a apresentar as maiores subidas dos preços das rendas, de 16,4%, 16,3%, 16% e 15,5%, respetivamente.
A rendas mais caras do país estão nas freguesias de Santo António e Misericórdia, em Lisboa, onde se registam valores medianos de 14,12 euros/m² e 14,03 euros/m², respetivamente. Santa Clara e Marvila registaram os valores de renda mais baixos da cidade, com 8,63 euros/m² e 9,96 euros/m².
Por outro lado, Carnide e Avenidas Novas registaram as maiores subidas na capital em termos homólogos, de 20,5% e 20,1%.
No Porto, a União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde registaram o valor mais elevado dos novos contratos de arrendamento, de 9,62 euros/m² e a maior variação homóloga, de 25,3% face a igual semestre do ano passado.
As sub regiões da Área Metropolitana de Lisboa, Madeira, Área Metropolitana do Porto e Algarve registaram as maiores variações homólogas no preço das rendas, de 16%, 12,8%, 12,6% e 12,6%, respetivamente.
Neste semestre, foram 37 os municípios que apresentaram um valor mediano superior ao referencial nacional, mais dois que no semestre anterior, com Lisboa a liderar com uma renda de 11,71 euros/m². Destaque também para Cascais, com 10,23 euros, Oeiras, com 9,75, Porto, com 8,22, Amadora, com 7,69, Odivelas, com 7,33, Almada, com 7,32 ou Matosinhos, com 7,25 euros/m².
No período analisado, Braga, Setúbal, Matosinhos e o Porto foram os concelhos com mais de 100.000 habitantes a apresentar as maiores subidas dos preços das rendas, de 16,4%, 16,3%, 16% e 15,5%, respetivamente.
A rendas mais caras do país estão nas freguesias de Santo António e Misericórdia, em Lisboa, onde se registam valores medianos de 14,12 euros/m² e 14,03 euros/m², respetivamente. Santa Clara e Marvila registaram os valores de renda mais baixos da cidade, com 8,63 euros/m² e 9,96 euros/m².
Por outro lado, Carnide e Avenidas Novas registaram as maiores subidas na capital em termos homólogos, de 20,5% e 20,1%.
No Porto, a União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde registaram o valor mais elevado dos novos contratos de arrendamento, de 9,62 euros/m² e a maior variação homóloga, de 25,3% face a igual semestre do ano passado.
25 de janeiro de 2019
RISCOS PARA OS NEGÓCIOS EM PORTUGAL
Falha dos mecanismos financeiros, falhas de governação do Estado, bolhas de
activos, fenómenos climáticos extremos e choques provocados pelos preços
da energia são os cinco principais riscos que os negócios em Portugal poderão
enfrentar ao longo dos próximos io anos.
A previsão é do Fórum Económico Mundial, com base nas respostas de empresários portugueses, no mais recente relatório "Riscos Regionais dos Negócios", elaborado em parceria com o Grupo Zurich e a Marsh & McLennan Companies.
A previsão é do Fórum Económico Mundial, com base nas respostas de empresários portugueses, no mais recente relatório "Riscos Regionais dos Negócios", elaborado em parceria com o Grupo Zurich e a Marsh & McLennan Companies.
22 de janeiro de 2019
PREÇOS DAS CASAS CONTINUA A AUMENTAR
Os preços das casas na Área Metropolitana de Lisboa cresceram mais de 10% no último ano, tendo abrandado no 3º trimestre de 2018.
Os números constam do Índice de Preços Residenciais para o trimestre da Condencial Imobiliário, que monitoriza 278 concelhos de Portugal Continental, apurando
que, no total do país, o preço de venda das casas registou um crescimento homólogo de 15,6% em setembro.
Em 90 concelhos o crescimento homólogo manteve-se acima dos 10% no trimestre e cerca de 20 apresentaram valorizações superiores à média nacional. Lisboa, Porto e Áreas Metropolitanas continuam a registar as valorizações mais expressivas do conjunto.
De notar que na AM Lisboa os preços subiram entre 10% a 25% nos vários municípios, embora, segundo a Condencial Imobiliário, se note uma tendência de abrandamento do crescimento em Lisboa, Cascais e Oeiras, onde os preços subiram 1 8,6%, 24,9% e 16,7%, respetivamente.
Em todos os outros mercados da região, e fruto da crescente dispersão do investimento na construção de nova habitação para a segunda coroa de Lisboa, as subidas anuais continuam em aceleração, tendo acentuado em 12 dos 15 mercados e estando agora entre os 21,6% (Odivelas) e os 9,7% (Setúbal). Já no curto-prazo, o comportamento dos preços na AM Lisboa exibe uma tendência generalizada de suavização da subida. Com exceção de Sesimbra e Sintra, todos os restantes mercados metropolitanos (incluindo Lisboa) exibiram taxas de variação trimestral abaixo ou em linha com as vericadas no trimestre anterior, com este indicador a situar-se, no 3º trimestre, entre os 0,5% de Cascais e os 7,1% de Sintra.
Na maioria dos concelhos, a subida trimestral está no patamar de 3% a 4%.
Nota ainda para a AM Porto, que regista uma intensicação transversal das subidas homólogas, as quais se posicionam no trimestre entre os 13% e os 29%. O Porto, onde o ritmo de valorização esteve bastante abaixo de Lisboa nos últimos dois anos, chega ao 3º trimestre como o mercado em que os preços mais crescem a nível nacional (28,8%, em termos homólogos), mesmo depois de uma forte aceleração desde 2017, quando a subida anual estava em 11,4%.
Nos restantes mercados da AM Porto, com exceção de Matosinhos onde a subida se mostrou ligeiramente mais contida no 3º trimestre (mas mesmo assim situandose em 18,4%), observou-se uma subida anual em alta face aos patamares atingidos no trimestre anterior, oscilando agora entre os 12,9% de Espinho e os 22,9% de Vila do Conde. Aceleram também os preços na variação trimestral, apesar de alguns mercados já evidenciarem um ligeiro abrandamento do crescimento, nomeadamente Matosinhos. As variações em cadeia mantêm-se fortes em toda a AMP, entre os 9,5% de Vila do Conde e os 3,4% de Matosinhos.
VIDAIMOBILIÁRIA
Em 90 concelhos o crescimento homólogo manteve-se acima dos 10% no trimestre e cerca de 20 apresentaram valorizações superiores à média nacional. Lisboa, Porto e Áreas Metropolitanas continuam a registar as valorizações mais expressivas do conjunto.
De notar que na AM Lisboa os preços subiram entre 10% a 25% nos vários municípios, embora, segundo a Condencial Imobiliário, se note uma tendência de abrandamento do crescimento em Lisboa, Cascais e Oeiras, onde os preços subiram 1 8,6%, 24,9% e 16,7%, respetivamente.
Em todos os outros mercados da região, e fruto da crescente dispersão do investimento na construção de nova habitação para a segunda coroa de Lisboa, as subidas anuais continuam em aceleração, tendo acentuado em 12 dos 15 mercados e estando agora entre os 21,6% (Odivelas) e os 9,7% (Setúbal). Já no curto-prazo, o comportamento dos preços na AM Lisboa exibe uma tendência generalizada de suavização da subida. Com exceção de Sesimbra e Sintra, todos os restantes mercados metropolitanos (incluindo Lisboa) exibiram taxas de variação trimestral abaixo ou em linha com as vericadas no trimestre anterior, com este indicador a situar-se, no 3º trimestre, entre os 0,5% de Cascais e os 7,1% de Sintra.
Na maioria dos concelhos, a subida trimestral está no patamar de 3% a 4%.
Nota ainda para a AM Porto, que regista uma intensicação transversal das subidas homólogas, as quais se posicionam no trimestre entre os 13% e os 29%. O Porto, onde o ritmo de valorização esteve bastante abaixo de Lisboa nos últimos dois anos, chega ao 3º trimestre como o mercado em que os preços mais crescem a nível nacional (28,8%, em termos homólogos), mesmo depois de uma forte aceleração desde 2017, quando a subida anual estava em 11,4%.
Nos restantes mercados da AM Porto, com exceção de Matosinhos onde a subida se mostrou ligeiramente mais contida no 3º trimestre (mas mesmo assim situandose em 18,4%), observou-se uma subida anual em alta face aos patamares atingidos no trimestre anterior, oscilando agora entre os 12,9% de Espinho e os 22,9% de Vila do Conde. Aceleram também os preços na variação trimestral, apesar de alguns mercados já evidenciarem um ligeiro abrandamento do crescimento, nomeadamente Matosinhos. As variações em cadeia mantêm-se fortes em toda a AMP, entre os 9,5% de Vila do Conde e os 3,4% de Matosinhos.
VIDAIMOBILIÁRIA
18 de janeiro de 2019
PREÇO DAS CASAS AUMENTA FACE À MÉDIA EUROPEIA
O preço das casas na zona euro e na União Europeia (UE) aumentou 4,3% no terceiro trimestre de 2018 face ao período homólogo, com Portugal a registar uma subida de quase o dobro da média (8,5%). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo Eurostat.
Face ao segundo trimestre de 2018, o preço das habitações subiu 1,6% na zona euro e 1,5% na totalidade da UE. Na análise em cadeia, os maiores aumentos foram observados na Holanda (3,3%), em Malta (3,1%) e na Croácia (2,8%), enquanto em Itália (-0,8%), na Roménia (-0,7%), na Finlândia (-0,4%), na Eslováquia (-0,3%) e na Hungria (-0,2%) o indicador recuou.
Em Portugal, o preço das habitações aumentou 8,5% face ao terceiro trimestre de 2017 e 1% na comparação com o período entre Abril e Junho. Na comparação homóloga os preços em Portugal subiram quase o dobro face à média registada no espaço europeu.
PUBLICO 18/01/2019
Face ao segundo trimestre de 2018, o preço das habitações subiu 1,6% na zona euro e 1,5% na totalidade da UE. Na análise em cadeia, os maiores aumentos foram observados na Holanda (3,3%), em Malta (3,1%) e na Croácia (2,8%), enquanto em Itália (-0,8%), na Roménia (-0,7%), na Finlândia (-0,4%), na Eslováquia (-0,3%) e na Hungria (-0,2%) o indicador recuou.
Em Portugal, o preço das habitações aumentou 8,5% face ao terceiro trimestre de 2017 e 1% na comparação com o período entre Abril e Junho. Na comparação homóloga os preços em Portugal subiram quase o dobro face à média registada no espaço europeu.
PUBLICO 18/01/2019
18 de dezembro de 2018
APROVADOS BENEFÍCIOS FISCAIS AO ARRENDAMENTO
Foram aprovados no Parlamento novos benefícios fiscais para os senhorios, baseados na duração dos contratos. A taxa de IRS sobre os rendimentos
prediais poderá ser reduzida dos 28% atuais.
A medida inclui-se em 4 projetos de lei do PSD sobre o arrendamento aprovados a 13 de dezembro. Segundo a TSF, a taxa pode ser reduzida nos contratos com duração a partir de 2 anos, passando automaticamente para 14% no caso de um contrato a 10 anos.
O Balcão Nacional do Arrendamento contará também com o apoio da Segurança Social nos casos de maior fragilidade dos inquilinos. Foram também viabilizados os projetos do PSD para isentar de tributação os montantes das indemnizações por denúncias de contratos de arrendamento habitacional de inquilinos com baixo rendimento anual bruto corrigido e para redenir os termos de funcionamento da Comissão Nacional da Habitação.
Nesta sessão plenária agendada pelo PSD foram votados 10 projetos, 4 dos quais aprovados, com os votos a favor do PSD e do CDS-PP, abstenção do PS e do PAN, e com os votos contra do PCP, BE e PEV, baixando assim à comissão parlamentar da habitação.
Ficam de fora propostas para a atribuição de benefícios fiscais para dedução de encargos com imóveis de jovens até 30 anos com contratos de arrendamento, para criação do regime jurídico do seguro de renda, ou para implementação de um Programa de Cooperação entre o Estado e as Autarquias Locais para o aproveitamento do património imobiliário público inativo com vista ao arrendamento.
Chumbaram também as propostas de criação de projetos para a criação do fundo de garantia para o arrendamento, para atribuição de um subsídio de renda para famílias numerosas e monoparentais, e para criação do regime jurídico do arrendamento urbano para efeitos de qualicação, educação e formação.
VIDAIMOBILIÁRIA
A medida inclui-se em 4 projetos de lei do PSD sobre o arrendamento aprovados a 13 de dezembro. Segundo a TSF, a taxa pode ser reduzida nos contratos com duração a partir de 2 anos, passando automaticamente para 14% no caso de um contrato a 10 anos.
O Balcão Nacional do Arrendamento contará também com o apoio da Segurança Social nos casos de maior fragilidade dos inquilinos. Foram também viabilizados os projetos do PSD para isentar de tributação os montantes das indemnizações por denúncias de contratos de arrendamento habitacional de inquilinos com baixo rendimento anual bruto corrigido e para redenir os termos de funcionamento da Comissão Nacional da Habitação.
Nesta sessão plenária agendada pelo PSD foram votados 10 projetos, 4 dos quais aprovados, com os votos a favor do PSD e do CDS-PP, abstenção do PS e do PAN, e com os votos contra do PCP, BE e PEV, baixando assim à comissão parlamentar da habitação.
Ficam de fora propostas para a atribuição de benefícios fiscais para dedução de encargos com imóveis de jovens até 30 anos com contratos de arrendamento, para criação do regime jurídico do seguro de renda, ou para implementação de um Programa de Cooperação entre o Estado e as Autarquias Locais para o aproveitamento do património imobiliário público inativo com vista ao arrendamento.
Chumbaram também as propostas de criação de projetos para a criação do fundo de garantia para o arrendamento, para atribuição de um subsídio de renda para famílias numerosas e monoparentais, e para criação do regime jurídico do arrendamento urbano para efeitos de qualicação, educação e formação.
VIDAIMOBILIÁRIA
23 de novembro de 2018
PwC APONTA LISBOA COMO O TOPO DAS PREFRÊNCIAS EM 2019
“A economia portuguesa está a crescer a um ritmo saudável e a sua capital é agora um destino internacional para empresas, investidores e turistas”, diz a PwC no seu estudo Emerging Trends in Real Estate: Europe 2019.
Lisboa está a beneficiar da “fama” que Barcelona tem vindo a perder, levando mesmo vários investidores a mudarem o seu capital da Catalunha para o país vizinho. No mesmo estudo, a PwC inquiriu os entrevistados a pontuar as cidades numa escala de um a cinco, em que um é “muito mau” e cinco é “excelente”.
Ordenando todas as pontuações num ranking, Lisboa volta a estar no topo, com uma média de 4,27 pontos em investimento (à frente de Dublin e Berlim) e 4,19 pontos em desenvolvimento (à frente de Berlim e Frankfurt).
Lisboa está a beneficiar da “fama” que Barcelona tem vindo a perder, levando mesmo vários investidores a mudarem o seu capital da Catalunha para o país vizinho. No mesmo estudo, a PwC inquiriu os entrevistados a pontuar as cidades numa escala de um a cinco, em que um é “muito mau” e cinco é “excelente”.
Ordenando todas as pontuações num ranking, Lisboa volta a estar no topo, com uma média de 4,27 pontos em investimento (à frente de Dublin e Berlim) e 4,19 pontos em desenvolvimento (à frente de Berlim e Frankfurt).
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