No primeiro semestre de 2019, o valor mediano das rendas de alojamentos familiares estabelecidas em novos contratos de arrendamento aumentou para 5 euros/m², uma subida de 9,2% face a igual período de 2018.Os números agora divulgados pelo INE mostram que o mercado continua aquecido. E com o aumento dos preços, diminuiu o número de novos contratos em 10,5% para um total de 71.369. A Área Metropolitana de Lisboa concentrou cerca de 1/3 dos novos contratos de arrendamento.
As sub regiões da Área Metropolitana de Lisboa, Madeira, Área Metropolitana do Porto e Algarve registaram as maiores variações homólogas no preço das rendas, de 16%, 12,8%, 12,6% e 12,6%, respetivamente.
Neste semestre, foram 37 os municípios que apresentaram um valor mediano superior ao referencial nacional, mais dois que no semestre anterior, com Lisboa a liderar com uma renda de 11,71 euros/m². Destaque também para Cascais, com 10,23 euros, Oeiras, com 9,75, Porto, com 8,22, Amadora, com 7,69, Odivelas, com 7,33, Almada, com 7,32 ou Matosinhos, com 7,25 euros/m².
No período analisado, Braga, Setúbal, Matosinhos e o Porto foram os concelhos com mais de 100.000 habitantes a apresentar as maiores subidas dos preços das rendas, de 16,4%, 16,3%, 16% e 15,5%, respetivamente.
A rendas mais caras do país estão nas freguesias de Santo António e Misericórdia, em Lisboa, onde se registam valores medianos de 14,12 euros/m² e 14,03 euros/m², respetivamente. Santa Clara e Marvila registaram os valores de renda mais baixos da cidade, com 8,63 euros/m² e 9,96 euros/m².
Por outro lado, Carnide e Avenidas Novas registaram as maiores subidas na capital em termos homólogos, de 20,5% e 20,1%.
No Porto, a União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde registaram o valor mais elevado dos novos contratos de arrendamento, de 9,62 euros/m² e a maior variação homóloga, de 25,3% face a igual semestre do ano passado.
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7 de outubro de 2019
18 de dezembro de 2018
APROVADOS BENEFÍCIOS FISCAIS AO ARRENDAMENTO
Foram aprovados no Parlamento novos benefícios fiscais para os senhorios, baseados na duração dos contratos. A taxa de IRS sobre os rendimentos
prediais poderá ser reduzida dos 28% atuais.
A medida inclui-se em 4 projetos de lei do PSD sobre o arrendamento aprovados a 13 de dezembro. Segundo a TSF, a taxa pode ser reduzida nos contratos com duração a partir de 2 anos, passando automaticamente para 14% no caso de um contrato a 10 anos.
O Balcão Nacional do Arrendamento contará também com o apoio da Segurança Social nos casos de maior fragilidade dos inquilinos. Foram também viabilizados os projetos do PSD para isentar de tributação os montantes das indemnizações por denúncias de contratos de arrendamento habitacional de inquilinos com baixo rendimento anual bruto corrigido e para redenir os termos de funcionamento da Comissão Nacional da Habitação.
Nesta sessão plenária agendada pelo PSD foram votados 10 projetos, 4 dos quais aprovados, com os votos a favor do PSD e do CDS-PP, abstenção do PS e do PAN, e com os votos contra do PCP, BE e PEV, baixando assim à comissão parlamentar da habitação.
Ficam de fora propostas para a atribuição de benefícios fiscais para dedução de encargos com imóveis de jovens até 30 anos com contratos de arrendamento, para criação do regime jurídico do seguro de renda, ou para implementação de um Programa de Cooperação entre o Estado e as Autarquias Locais para o aproveitamento do património imobiliário público inativo com vista ao arrendamento.
Chumbaram também as propostas de criação de projetos para a criação do fundo de garantia para o arrendamento, para atribuição de um subsídio de renda para famílias numerosas e monoparentais, e para criação do regime jurídico do arrendamento urbano para efeitos de qualicação, educação e formação.
VIDAIMOBILIÁRIA
A medida inclui-se em 4 projetos de lei do PSD sobre o arrendamento aprovados a 13 de dezembro. Segundo a TSF, a taxa pode ser reduzida nos contratos com duração a partir de 2 anos, passando automaticamente para 14% no caso de um contrato a 10 anos.
O Balcão Nacional do Arrendamento contará também com o apoio da Segurança Social nos casos de maior fragilidade dos inquilinos. Foram também viabilizados os projetos do PSD para isentar de tributação os montantes das indemnizações por denúncias de contratos de arrendamento habitacional de inquilinos com baixo rendimento anual bruto corrigido e para redenir os termos de funcionamento da Comissão Nacional da Habitação.
Nesta sessão plenária agendada pelo PSD foram votados 10 projetos, 4 dos quais aprovados, com os votos a favor do PSD e do CDS-PP, abstenção do PS e do PAN, e com os votos contra do PCP, BE e PEV, baixando assim à comissão parlamentar da habitação.
Ficam de fora propostas para a atribuição de benefícios fiscais para dedução de encargos com imóveis de jovens até 30 anos com contratos de arrendamento, para criação do regime jurídico do seguro de renda, ou para implementação de um Programa de Cooperação entre o Estado e as Autarquias Locais para o aproveitamento do património imobiliário público inativo com vista ao arrendamento.
Chumbaram também as propostas de criação de projetos para a criação do fundo de garantia para o arrendamento, para atribuição de um subsídio de renda para famílias numerosas e monoparentais, e para criação do regime jurídico do arrendamento urbano para efeitos de qualicação, educação e formação.
VIDAIMOBILIÁRIA
23 de novembro de 2018
BALCÃO NACIONAL DO ARRENDAMENTO TEM MENOS PEDIDOS
Todos os meses chegam cerca de 294 pedidos de despejos ao Balcão Nacional de Arrendamento, um número em quebra face ao ano passado e a média mais baixa
desde a sua criação, em 2013.
Entre janeiro e as primeiras duas semanas de novembro, o BNA recebeu 3.807 pedidos de senhorios, que resultaram em 912 ações de despejo de inquilinos. São menos 44 processos por mês.
Segundo os números facultados ao DN pelo Ministério da Justiça, estes números comparam com os 4.051 processos que deram entrada em 2017 e com os 1.678 despejos efetivados.
Inquilinos e proprietários explicam a descida com a entrada em vigor da moratória que veio suspender os despejos até março de 2019, mesmo que as situações que esta contemple não se encontrem necessariamente no âmbito do BNA.
Para Romão Lavadinho, presidente da AIL, a descida pode estar relacionada com o facto de não haver qualquer indício de que a taxa de incumprimento esteja a subir e também de alguns proprietários terem travado os pedidos de despejo por falta de pagamento de rendas por estar ainda em vigor a referida moratória.
Luís Menezes Leitão, presidente da ALP, nota que o Balcão é também usado pelos proprietários que se querem opor à renovação dos contratos, e esta moratória veio travar estas situações, além de considerar que o BNA coloca atualmente «mais entraves» aos processo.
VIDAIMOBILIÁRIA
Entre janeiro e as primeiras duas semanas de novembro, o BNA recebeu 3.807 pedidos de senhorios, que resultaram em 912 ações de despejo de inquilinos. São menos 44 processos por mês.
Segundo os números facultados ao DN pelo Ministério da Justiça, estes números comparam com os 4.051 processos que deram entrada em 2017 e com os 1.678 despejos efetivados.
Inquilinos e proprietários explicam a descida com a entrada em vigor da moratória que veio suspender os despejos até março de 2019, mesmo que as situações que esta contemple não se encontrem necessariamente no âmbito do BNA.
Para Romão Lavadinho, presidente da AIL, a descida pode estar relacionada com o facto de não haver qualquer indício de que a taxa de incumprimento esteja a subir e também de alguns proprietários terem travado os pedidos de despejo por falta de pagamento de rendas por estar ainda em vigor a referida moratória.
Luís Menezes Leitão, presidente da ALP, nota que o Balcão é também usado pelos proprietários que se querem opor à renovação dos contratos, e esta moratória veio travar estas situações, além de considerar que o BNA coloca atualmente «mais entraves» aos processo.
VIDAIMOBILIÁRIA
14 de novembro de 2018
RENDAS EM LISBOA CONTINUAM A SUBIR
No segundo trimestre deste ano, a subida das rendas das casas em Lisboa "face a igual período do ano passado, ficou em 17%, desacelerando face aos 20% de variação homóloga que tinham sido registados no trimestre anterior", segundo o Índice de Rendas Residenciais da Confidencial Imobiliário, hoje divulgado.
A variação trimestral do valor das rendas na capital passou de 7,4% no quarto trimestre de 2017 para 4,6% no primeiro trimestre deste ano, culminando nos 1,8% agora registados, segundo os dados do índice, que indicam que "este abrandamento trimestral está já também a afectar o desempenho das rendas a nível homólogo, cujo crescimento também suavizou, embora mantendo-se bastante intenso".
Oito trimestres a subir a dois dígitos "ainda assim”, sublinha a Confidencial Imobiliário, “este é já o oitavo trimestre consecutivo em que o aumento homólogo das rendas habitacionais em Lisboa se realiza a dois dígitos, com o crescimento mais expressivo de 22% a ser atingido no segundo trimestre de 2017", afirmou a Confidencial Imobiliário.
Neste sentido, os dados do Índice de Rendas Residenciais revelam que "tal percurso de subidas intensivas nos dois últimos anos coloca as rendas em máximos de oito anos, com os níveis agora alcançados a posicionarem-se 38% acima dos observados em 2010 (ano base do índice)", referindo que, ao longo deste período, o nível mais baixo das rendas foi atingido há cinco anos [no segundo trimestre de 2013, penúltimo ano da vigência da troika], "face ao qual o actual momento apresenta já uma recuperação de 71%".
Efeito de contágio para as cidades vizinhas Nos outros concelhos da Grande Lisboa, o valor das rendas das casas cresceu 14%, em termos homólogos, e 3%, em termos trimestrais, no segundo trimestre deste ano, "crescimentos idênticos aos registados no trimestre anterior".
"O contágio do desempenho das rendas na capital à restante região começou a ser visível sobretudo no último ano, com o Índice de Rendas Residenciais a exibir variações homólogas de entre 12% a 14% há cinco trimestres consecutivos", avançou a Confidencial Imobiliário.
Com base neste índice, que acompanha a evolução das rendas residenciais contratadas no país desde 2010, no total de Portugal continental, as rendas residenciais subiram 11,2%, em termos homólogos, "desacelerando (em cerca de 1,8%) face à variação homóloga registada no trimestre anterior".
PUBLICO 14/11/2018
A variação trimestral do valor das rendas na capital passou de 7,4% no quarto trimestre de 2017 para 4,6% no primeiro trimestre deste ano, culminando nos 1,8% agora registados, segundo os dados do índice, que indicam que "este abrandamento trimestral está já também a afectar o desempenho das rendas a nível homólogo, cujo crescimento também suavizou, embora mantendo-se bastante intenso".
Oito trimestres a subir a dois dígitos "ainda assim”, sublinha a Confidencial Imobiliário, “este é já o oitavo trimestre consecutivo em que o aumento homólogo das rendas habitacionais em Lisboa se realiza a dois dígitos, com o crescimento mais expressivo de 22% a ser atingido no segundo trimestre de 2017", afirmou a Confidencial Imobiliário.
Neste sentido, os dados do Índice de Rendas Residenciais revelam que "tal percurso de subidas intensivas nos dois últimos anos coloca as rendas em máximos de oito anos, com os níveis agora alcançados a posicionarem-se 38% acima dos observados em 2010 (ano base do índice)", referindo que, ao longo deste período, o nível mais baixo das rendas foi atingido há cinco anos [no segundo trimestre de 2013, penúltimo ano da vigência da troika], "face ao qual o actual momento apresenta já uma recuperação de 71%".
Efeito de contágio para as cidades vizinhas Nos outros concelhos da Grande Lisboa, o valor das rendas das casas cresceu 14%, em termos homólogos, e 3%, em termos trimestrais, no segundo trimestre deste ano, "crescimentos idênticos aos registados no trimestre anterior".
"O contágio do desempenho das rendas na capital à restante região começou a ser visível sobretudo no último ano, com o Índice de Rendas Residenciais a exibir variações homólogas de entre 12% a 14% há cinco trimestres consecutivos", avançou a Confidencial Imobiliário.
Com base neste índice, que acompanha a evolução das rendas residenciais contratadas no país desde 2010, no total de Portugal continental, as rendas residenciais subiram 11,2%, em termos homólogos, "desacelerando (em cerca de 1,8%) face à variação homóloga registada no trimestre anterior".
PUBLICO 14/11/2018
4 de junho de 2018
COMPENSA COMPRAR UMA CASA PARA ARRENDAR?
Comprar casa é cada vez mais caro, mas pode também ser um investimento de retorno elevado. Em Portugal, comprar um imóvel para colocá-lo no mercado de arrendamento dá uma rentabilidade média superior a 5%. Mas os níveis de rentabilidade podem ser superiores em algumas zonas do país, onde comprar uma habitação é muito mais barato do que no resto do país, mas onde, ao mesmo tempo, as rendas praticadas não ficam assim tão distantes dos valores cobrados a nível nacional.
Os cálculos são feitos com base nos valores medianos do preço por metro quadrado de compra e arrendamento de casa, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Os dados mostram que há 13 capitais de distrito onde comprar casa sai mais barato do que no resto país, tendo em conta um preço mediano de 932 euros por metro quadrado, a nível nacional. Por outro lado, há 12 capitais de distrito onde as rendas praticadas ficam abaixo da mediana nacional, de 4,39 euros por metro quadrado.
É o rácio destes dois valores — o preço anual da renda por metro quadrado e o preço da compra por metro quadrado — que resulta na rentabilidade bruta deste investimento, isto é, quanto pode render o arrendamento de uma casa, sem contar com os custos associados, como o crédito à habitação, os impostos ou o condomínio. Em média, em Portugal, comprar para arrendar dá uma rentabilidade de 5,74%, considerando os valores medianos de compra e de renda em cada capital de distrito do país.
Mas há sete cidades onde os níveis são superiores a esse: Braga, Porto, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal e Beja, a cidade onde mais compensa fazer este investimento, com uma rentabilidade de 7%.
Pelo contrário, há outras 13 cidades onde a rentabilidade fica abaixo da média nacional: Viana do Castelo, Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Portalegre, Évora, Faro, Ponta Delgada, Funchal e Lisboa. A capital a cidade mais cara do país quer para comprar, quer para arrendar, e onde, de longe, menos compensa fazer este investimento, com uma rentabilidade de 4,74%.
Comprar para arrendar: onde rende mais?
Há, contudo, alguns fatores a ter em conta antes de escolher a cidade onde fazer este investimento. Desde logo, estas taxas de rentabilidade, para além de levarem em conta um valor mediano (o que significa que poderão ser praticadas rendas superiores, mas também rendas inferiores), assumem uma taxa de ocupação de 100%. Ou seja, para que se consiga uma rentabilidade de 7% por ano em Beja, é preciso que a casa esteja ocupada durante o ano inteiro, o que não é tão certo como será, por exemplo, em Lisboa. Em 2016, mais de 27% da população residente em Portugal vivia na Área Metropolitana de Lisboa, ao mesmo tempo que só perto de 7% vivia no Alentejo.
Por outro lado, há que considerar quanto tempo é necessário receber rendas para pagar o valor total da casa. O valor mediano das rendas cobradas em Portugal chega para pagar o valor total da casa ao final de quase 18 anos. Significa isso que, ao fim desse período, o que um senhorio receber em rendas é lucro (ao qual ainda se descontam impostos e outros custos).
Mais uma vez, há cidades onde mais rapidamente se paga uma casa através das rendas recebidas: em Braga, Santarém, Setúbal e Beja só são precisos 15 anos ou menos para receber em rendas o valor total de uma casa com 100 metros quadrados. Já em Viseu, Coimbra, Lisboa, Faro e Funchal são precisos mais de 19 anos.
ECO
Os cálculos são feitos com base nos valores medianos do preço por metro quadrado de compra e arrendamento de casa, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Os dados mostram que há 13 capitais de distrito onde comprar casa sai mais barato do que no resto país, tendo em conta um preço mediano de 932 euros por metro quadrado, a nível nacional. Por outro lado, há 12 capitais de distrito onde as rendas praticadas ficam abaixo da mediana nacional, de 4,39 euros por metro quadrado.
É o rácio destes dois valores — o preço anual da renda por metro quadrado e o preço da compra por metro quadrado — que resulta na rentabilidade bruta deste investimento, isto é, quanto pode render o arrendamento de uma casa, sem contar com os custos associados, como o crédito à habitação, os impostos ou o condomínio. Em média, em Portugal, comprar para arrendar dá uma rentabilidade de 5,74%, considerando os valores medianos de compra e de renda em cada capital de distrito do país.
Mas há sete cidades onde os níveis são superiores a esse: Braga, Porto, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal e Beja, a cidade onde mais compensa fazer este investimento, com uma rentabilidade de 7%.
Pelo contrário, há outras 13 cidades onde a rentabilidade fica abaixo da média nacional: Viana do Castelo, Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Portalegre, Évora, Faro, Ponta Delgada, Funchal e Lisboa. A capital a cidade mais cara do país quer para comprar, quer para arrendar, e onde, de longe, menos compensa fazer este investimento, com uma rentabilidade de 4,74%.
Comprar para arrendar: onde rende mais?
Há, contudo, alguns fatores a ter em conta antes de escolher a cidade onde fazer este investimento. Desde logo, estas taxas de rentabilidade, para além de levarem em conta um valor mediano (o que significa que poderão ser praticadas rendas superiores, mas também rendas inferiores), assumem uma taxa de ocupação de 100%. Ou seja, para que se consiga uma rentabilidade de 7% por ano em Beja, é preciso que a casa esteja ocupada durante o ano inteiro, o que não é tão certo como será, por exemplo, em Lisboa. Em 2016, mais de 27% da população residente em Portugal vivia na Área Metropolitana de Lisboa, ao mesmo tempo que só perto de 7% vivia no Alentejo.
Por outro lado, há que considerar quanto tempo é necessário receber rendas para pagar o valor total da casa. O valor mediano das rendas cobradas em Portugal chega para pagar o valor total da casa ao final de quase 18 anos. Significa isso que, ao fim desse período, o que um senhorio receber em rendas é lucro (ao qual ainda se descontam impostos e outros custos).
Mais uma vez, há cidades onde mais rapidamente se paga uma casa através das rendas recebidas: em Braga, Santarém, Setúbal e Beja só são precisos 15 anos ou menos para receber em rendas o valor total de uma casa com 100 metros quadrados. Já em Viseu, Coimbra, Lisboa, Faro e Funchal são precisos mais de 19 anos.
ECO
30 de março de 2018
VALORES DO ARRENDAMENTO EM 2017
Sem surpresa, segundo os dados do INE, Lisboa é a cidade do País com as rendas mais elevadas.
Segundo os mesmo dados, em 2017, o valor mediano das rendas de alojamentos familiares com novos contratos de arrendamento no país fixou-se em 4,39 euros por metro quadrado, enquanto Lisboa registou 9,62 €/m2.
Com valores acima de 6,5 €/m2 destacavam-se os municípios de Cascais (8,06 €/m2), Oeiras (7,84 €/m2) e o Porto (6,77 €/m2).
Entre as 24 freguesias do município de Lisboa, as do Parque das Nações e da Misericórdia (que inclui a área do Bairro Alto e do Cais do Sodré) registaram os valores de novos contratos de arrendamento mais elevados, respetivamente 11,70 €/m 2 e 11,64 €/m2.
A freguesia de Santa Clara apresentou o valor de rendas mais baixo (6,82 €/m2 ).
Registaram um valor de novos contratos de arrendamento superior ou igual a 10 €/m2, as freguesias de Santo António (11,08 €/m2 ), Campo de Ourique (10,94 €/m2 ), Carnide (10,91 €/m2 ), Avenidas Novas (10,15 €/m2 ), Estrela (10,11 €/m2 ), São Domingos de Benfica (10,07 €/m2 ), São Vicente (10,03 €/m2 ) e Belém (10,00 €/m2 ).
O maior número de novos contratos de arrendamento foi a freguesia de Arroios (612 contratos celebrados) e o menor (68) foi o de Marvila.
Segundo os mesmo dados, em 2017, o valor mediano das rendas de alojamentos familiares com novos contratos de arrendamento no país fixou-se em 4,39 euros por metro quadrado, enquanto Lisboa registou 9,62 €/m2.
Com valores acima de 6,5 €/m2 destacavam-se os municípios de Cascais (8,06 €/m2), Oeiras (7,84 €/m2) e o Porto (6,77 €/m2).
Entre as 24 freguesias do município de Lisboa, as do Parque das Nações e da Misericórdia (que inclui a área do Bairro Alto e do Cais do Sodré) registaram os valores de novos contratos de arrendamento mais elevados, respetivamente 11,70 €/m 2 e 11,64 €/m2.
A freguesia de Santa Clara apresentou o valor de rendas mais baixo (6,82 €/m2 ).
Registaram um valor de novos contratos de arrendamento superior ou igual a 10 €/m2, as freguesias de Santo António (11,08 €/m2 ), Campo de Ourique (10,94 €/m2 ), Carnide (10,91 €/m2 ), Avenidas Novas (10,15 €/m2 ), Estrela (10,11 €/m2 ), São Domingos de Benfica (10,07 €/m2 ), São Vicente (10,03 €/m2 ) e Belém (10,00 €/m2 ).
O maior número de novos contratos de arrendamento foi a freguesia de Arroios (612 contratos celebrados) e o menor (68) foi o de Marvila.
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